terça-feira, 11 de abril de 2006

Aos que deixam beijinhos e desejam as melhoras

As PALAVRAS solto-as ao Vento!

Já aqui o disse vezes sem conta e uma conta enorme de vezes... E, hoje, a mesma palavra que é Sol, amanhã é Chuva e quem sabe Areia... e um dia Amor é Amor e no outro é Ódio. E uma só diz muito, mil delas dizem nada. E são jogos e são palavras e estados e princípios de fins. E nem sempre são minhas, algumas são de outros... De algumas me lembro, outras nunca chego a dizer. E tanto arribam como apartam... E estão por aí, só perdidas no Vento.

Aqui vivem estados de alma.

Não faz sentido deixar beijos ao efémero, à anti-matéria, ao fugaz, ao já vivido, ao passado, ao pensamento. Beijos deixa-se a quem existe, a gente, a pensantes e pensadores, não aos pensamentos. Assim como não faz sentido perguntar se um instante está melhor, está bem, está triste ou está contente. Os instantes acontecem, nunca estão.

Palavras SOLTO-AS ao Vento. Não são mais minhas. E o que foi não torna a ser... ou se torna mas não o sei, pois já não o lembro.

2 comentários:

Mónica disse...

http://semcantigas.blogspot.com/2005/07/desperdiar-afectos.html

concordo!

isto está muito mudado, que é feito do azul?

Lúcio Ferro disse...

Então um... Beijinho. E mais outro, e outro ainda ;)

Beijos.