Na morte, como na vida, não existem verdades absolutas.
Perante alguém que adormeceu profundamente, podemos ter duas posturas.
- Mesmo que ela fique pior do que já estava, eu quero que acorde.
- Se é para ficar como estava, eu quero que ela morra.
Eu, pela minha experiência pessoal, prefiro encostar-me à segunda hipótese. Podia tecer aqui uma série de teorias que justificassem esta escolha. Mas não é disso que se trata. Hoje, não é esse o meu caminho. Não procuro a solução, apenas constato que em ambas as hipóteses temos de pesar Paz e Sofrimento. Paz e Sofrimento.
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