- Desisto, sabes?
- Desistes como?
- Desisto...
- Mas desistes de quê?
- Desisto... de nada
- De nada? Como se pode desistir de nada?
- Então, cada um desiste do que tem
- E...
- E eu não tenho nada.
terça-feira, 10 de outubro de 2006
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Vem, chuva, vem
© 1982 JP
Vem, Chuva, Vem
Molhar os meus sentidos
Ressentidos da poluição
Vem, Chuva, Vem
Leva-me do peito a saudade
E a solidão
Vem, Chuva, Vem
Lavar os meus cabelos
E os dedos amarelos do fumo
Vem, Chuva, Vem
Encher a maré
Dar movimento a este barco sem rumo
Haja o que houver
A chuva não há-de acabar
E seja lá como for
Este velho Mundo continua a girar
Vem, Chuva, Vem
Molhar os meus sentidos
Ressentidos da poluição
Vem, Chuva, Vem
Leva-me do peito a saudade
E a solidão
Vem, Chuva, Vem
Lavar os meus cabelos
E os dedos amarelos do fumo
Vem, Chuva, Vem
Encher a maré
Dar movimento a este barco sem rumo
Espaços sem fim
Mudanças na palma da mão
Para alguns é fácil voar, é
Outros, por mais que tentem, nunca saem do chão
Vem, Chuva, Vem
Molhar os meus sentidos
Ressentidos da poluição
Vem, Chuva, Vem
Leva-me do peito a saudade
E a solidão
Vem, Chuva, Vem
Lavar os cabelos
E os dedos amarelos do fumo
Vem, Chuva, Vem
Encher a maré
Dar movimento a este barco sem rumo
O que comentaste hoje?
Eu? Pouca coisa...
- Isto
- Gostei do Kinder...
- Desracionalizei ali um coche!
- Por aqui debitei... chocolates...
- Aqui raramente comento, mas parto-me a rir dia após dia!
- Me disculpe el mundo... porquê?
- E aqui, só me perdi, MY nada!
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