quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
a good mind maps
ou as 50 formas de fazer uma pausa. próximos 50 dias, check!
http://manualdafelicidade.blogspot.pt/2013/06/50-maneiras-de-fazer-uma-pausa.html?m=1
http://manualdafelicidade.blogspot.pt/2013/06/50-maneiras-de-fazer-uma-pausa.html?m=1
minimalismo ou a nova oportunidade para ser feliz
talvez sim, talvez não,
a pensar ainda,
dormir, sim sempre!
http://busywomanstripycat.blogspot.pt/search?q=acordar+cedo&m=1
a pensar ainda,
dormir, sim sempre!
http://busywomanstripycat.blogspot.pt/search?q=acordar+cedo&m=1
quarta-feira, 26 de junho de 2013
o sono
um dia, sem que ela o houvesse alguma vez imaginado, perdeu a paz do seu sono e conheceu a angústia dos que não dormem fechados nos seus próprios pesadelos.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Perdi os Meus Fantásticos Castelos
Perdi meus fantásticos castelos
Como névoa distante que se esfuma...
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
Quebrei as minhas lanças uma a uma!
Perdi minhas galeras entre os gelos
Que se afundaram sobre um mar de bruma...
- Tantos escolhos! Quem podia vê-los? –
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma!
Perdi a minha taça, o meu anel,
A minha cota de aço, o meu corcel,
Perdi meu elmo de ouro e pedrarias...
Sobem-me aos lábios súplicas estranhas...
Sobre o meu coração pesam montanhas...
Olho assombrada as minhas mãos vazias...
Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"
Como névoa distante que se esfuma...
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
Quebrei as minhas lanças uma a uma!
Perdi minhas galeras entre os gelos
Que se afundaram sobre um mar de bruma...
- Tantos escolhos! Quem podia vê-los? –
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma!
Perdi a minha taça, o meu anel,
A minha cota de aço, o meu corcel,
Perdi meu elmo de ouro e pedrarias...
Sobem-me aos lábios súplicas estranhas...
Sobre o meu coração pesam montanhas...
Olho assombrada as minhas mãos vazias...
Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"
Adeus
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos.
Era no tempo em que o teu corpo era um aquário.
Era no tempo em que os meus olhos
eram os tais peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade:
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus
Eugénio de Andrade
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos.
Era no tempo em que o teu corpo era um aquário.
Era no tempo em que os meus olhos
eram os tais peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade:
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus
Eugénio de Andrade
sábado, 8 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
As palavras dadas aos outros
já muitas vezes falei aqui das palavras que se tornam do outro quando largadas ao vento. há sempre uma história por trás das palavras que contam as histórias que construo de palavras, palavras que são do outro mal as solto. há mesmo histórias que já nem são minhas de todo. acho mesmo que por vezes me esqueço da história das histórias que escrevo. e por isso qualquer história serve a história que é lida. E cada história visitada um dia pode ser uma nova história vivida no imaginário do outro. As palavras já não são minhas, nem as quero. são vossas, vivam-nas, façam delas histórias que vos agradem. a Ursa será sempre a Ursa, mas isso só nós sabemos. o resto.... o resto são histórias em aberto.
terça-feira, 14 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
diz-que-disse para ti também, whatever...
há o diz-que-disse
e depois há o sabe-que-sabe,
os dois são jogos tristes
[e estupidamente perigosos]
eu sei que sabes que ele sabe que tu sabes que eu sei,
entre outras variantes
o diz-que-disse evito
o sabe-que-sabe queria evitar
mas já não sei mais como
e depois há o sabe-que-sabe,
os dois são jogos tristes
[e estupidamente perigosos]
eu sei que sabes que ele sabe que tu sabes que eu sei,
entre outras variantes
o diz-que-disse evito
o sabe-que-sabe queria evitar
mas já não sei mais como
segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
as perguntas ao contrário
às vezes, nem sequer se trata do que aconteceu; não sei se não sabemos como ou se não queremos tentar perceber o que não aconteceu.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
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