segunda-feira, 24 de julho de 2006

Eu cá acho piada a estas parvoeiras (desculpem lá ser em brasuca)

Nome: EU, quem haveria de ser?!
Idade: 34 anos, 11 meses e 14 dias.
Signo: Leão
Planeta regente: Sol
Elemento: Agua
Número de Ambição: 1
Número de Personalidade: 11
Número de Expressão:3
Número de Destino: 9

Segundo seu dia de nascimento.....

Você nasceu para dirigir e ser independente. Assim não procure apoiar-se em outras pessoas, já que elas e que dependerão de você. Você não deve trabalhar subordinado a outra pessoa, pois isso não dará certo, já que você é alguém individualista e poderá empreender simultaneamente vários caminhos, desde que esteja a frente. Cultive suas capacidades artísticas. Qualquer atividade individual é melhor para você, pois pela sua determinação, você será bem sucedido, em qualquer campo que escolher.

A sua ambição é .... Realizar coisas, assim como de encorajar, aconselhar e orientar outras pessoas.

Você é... Idealista, visionária, mente progressiva, inventiva e intuitiva. Uma pesquisadora.

Segundo seu número de Expressão....
Busca sempre o sucesso de modo criador, através do teatro, música, canto e outras formas de criatividade, não consegue encarar o dinheiro com seriedade e não se preocupa com isto.

Segundo seu número de Destino ...
Seja uma pessoa amorosa e prestativa. Para ser feliz e bem sucedido, você terá de cultivar uma atitude aberta em relação a vida. Terá de esquecer pequenas coisas insignificantes que, frequentemente, incomodam outras pessoas, não permitindo que elas te influenciem, pois seu caminho exigira compaixão, compreensão e uma grande vontade de servir. Você poderá tornar o seu objetivo tão amplo quanto possível, associando-se a entidades humanitárias. Os movimentos nacionais e internacionais são regidos, muitas vezes por destinos semelhantes aos seus. Você julgará que frequentemente sua presença é solicitada em excesso para reordenar as coisas que estão fora do rumo; todavia, este é seu verdadeiro papel, isto é, manter uma visão ampla e grande interesse pelas coisas do mundo. O sucesso e a felicidade estarão ao seu alcance se você for capaz de vencer os preconceitos e tratar os demais exatamente como gostaria de ser tratado. Seu destino, não só lhe dará dinheiro, mas também sabedoria para administrá-lo, já que você é alguém privilegiado pelos deuses, desde que viva de acordo com seus ideais.

Legenda
- Óbvio
- Ai, não, não

Testemunho de Vida

Hoje faz 1 ano que nasceu a Benedita e 5 anos que morreu a Avó L. A Benedita nasceu com pressa, muito antes do tempo, a Avó morreu no tempo certo. A Morte é só mais uma passagem para a Vida. A passagem de um testemunho. Há um ano atrás, a Benedita celebrou essa passagem. E nós com ela.

sexta-feira, 21 de julho de 2006

Agriões com todos


Vai um gajo comprar agrião e sai-lhe isto na embalagem*
*diz ele, não sei se é verdade, mas que está saboroso, ai isso está!

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Doce sabor II

O que é que a aceitação de uma criança não biológica tem a ver com mimos? Fazer parte integrante, entranhante, de uma família é mimos a mais? Não é simplesmente o que todos nós merecemos? O básico? O que falta a tantos e a alguns podemos quase restituir? Mimos? Discordo, são direitos a adquirir...

terça-feira, 18 de julho de 2006

Doce sabor

O que mais me adoça a Alma não é ela chamar-me Mãe, querida Mãe. O que mais me adoça a Alma é a minha Mãe chamar-se a si mesma sua Avó.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

Porque eu sou xira... mas também sou muito perigosa...

Espécie de Vampiro

Eu não sou quem tu desejas
Eu não sou aquele que beijas
Sou um mero pesadelo ou fantasia

Eu sou muito mais que velho
E intimido qualquer espelho
Sou o amigo mais funesto da poesia

Sou um tipo de morcego
Que é completamente cego
Embora, às vezes, seja fã do Fritz Lang

Tu não sabes de onde venho
Dás conversa a qualquer estranho
Ainda vais beijar-me os lábios docemente

Não confias nos teus pais
E acreditas que os jornaisS
ó relatam a verdade doutra gente

Sou uma espécie de vampiro
E quando sobre ti me atiro
É para saborear um pouco do teu sangue

Só para beber gota a gota o teu sangue

É para saborear

Um pouco do teu sangue

Só para beber
Gota a gota do teu sangue

É só para beber
Gota a gota do teu sangue

© 2001 jpalma (quem mais...)

quarta-feira, 12 de julho de 2006

Só porque eu sou XIRA II

Chega Mais

Eu conheço essa cara

Essa fala
Esse cheiro...

Essa tara de lobo
Esse fogo, esse jeito

Escandaloso, você é guloso!
E quer me sequestrar...

Chega mais, chega mais
Chega mais, chegas mais, chega mais

Depois me leve prá casa
Me prenda, nos braços...

Me torture de carinhos
Beijinhos, abraços

Depois me coce
Me adoce
Até eu confessar...

Chega mais, chega mais
Chega mais, chegas mais, chega mais...

© Rita Lee

Só porque eu sou XIRA I

Mania de você

Meu bem, você me dá... água na boca
Vestindo fantasias.... tirando a roupa

Molhada de suor de tanto a gente se beijar
De tanto imaginar loucuras...

A gente faz amor por telepatia

No chão, no mar, na Lua, na melodia...

Mania de você
De tanto a gente se beijar,
De tanto imaginar loucuras...

Nada melhor do que não fazer nada
Só pra deitar e rolar com você...

Nada melhor do que não fazer nada
Só pra deitar e rolar com você...

© Rita Lee e Roberto de Carvalho

TAROT - 11 a 17 de Julho

Leão

Amor: saia dessa situação de dualidade em que mergulhou há muito tempo. Se sacrificar a sua liberdade por um bem estar momentâneo, acaba por não merecer nem uma coisa nem outra.

Trabalho: trabalho não espere grandes apoios.

Saúde: quebra de vitalidade.

EVOLUÇÃO: a sua evolução esta semana é para a carta XIII, o arcano sem nome. Não fique de braços cruzados perante os desafios que o universo lhe propõe. Aceite-os como provas de crescimento evolução.

daaaaaaaaaasssssssssssssss esta semana estou fodida :)

Sexta-feira do positivo

Um gajo encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo ser simpático, inicia uma conversa:

- E aí Paulinho, tudo bem?
- Péssimo... - responde o outro.
- Mas como assim? ... Então e o teu Ferrari?
- Desfeito num acidente..... E o seguro tinha acabado de caducar...
- Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos... E o teu filho super-inteligente?
- Foi o que estampou o Ferrari... Morreu...

O gajo, enfiado, muda então de conversa:

- E a tua filha, aquela linda, que era modelo?
- Pois é... Ia com o irmão.... Só a minha mulher é que não estava no carro.
- Graças a Deus! Como está ela?
- Fugiu com o meu sócio...
- Bem... Pelo menos a empresa ficou só para ti.
- Sim, falida... Totalmente falida... Estou a dever milhões!
- Porra, vamos mas é mudar de assunto! E o teu clube?
- Tá mal, sou do Benfica !
- Pelo amor de Deus, Paulinho! Não tens mesmo nada de positivo?
- Tenho... HIV!!!

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Que se lixe...

Que se lixe
MIGUEL ESTEVES CARDOSO

[nota de rodapé mas já aqui em cima: não é por nenhum mundial, é pelo estado da nação em si. que se lixe, porra!]

Pronto. Que se lixe. Levem lá a taça, que a gente continua cá, se não se importam. Vamos ali fazer um piquenique com os alemães e voltamos já.

Poça, já se sabia que tinha de ser com o raio dos franceses e que Portugal jogar mal ou bem seria irrelevante. Mas tanto?! A ironia, muito francesa porque é daquelas pesadas e óbvias que não têm graça nenhuma, é que Portugal jogou muito bem e a França não jogou nada. Aliás, quanto melhor jogava Portugal, mais aumentava a probabilidade da França ganhar. É azar. É esse o termo técnico, exactamente.

Não foi só o árbitro, embora este tudo tenha feito para ser a estrela principal da partida. Não, é o azar que os franceses dão. Mesmo quando estão cabisbaixos e amedrontados, cheios de vontade que o tempo passasse e os poupasse, dão azar.

E porquê? Porque os portugueses também dão azar aos franceses, coitados. Dão-lhes o azar de pô-los a jogar mal. E o azar de fazerem figura de tontos e medricas. Os franceses também não mereciam tal azar. Tanto mais que cada jogo com eles traz uma vingança pré-fabricada: depois desta meia-final, já ninguém poderá dizer que Zidane e os "bleus" renasceram milagrosamente. Onde? Quem? Não, o milagre foi só um: o de não terem perdido.

Em contrapartida, os franceses dão aos portugueses o azar de perder. Bonito serviço. Assim não dá gosto; não se pode trabalhar; nem há condições para jogar; é escusado. E quando jogarmos outra vez com os franceses, vai acontecer a mesma coisa. O azar existe e o azar reincidente e metódico, no caso da França, existe mais ainda. Antes fosse ao contrário? Talvez não. Mais vale perder como perdemos, a jogar como campeões, do que ganhar a jogar como os franceses, como perdedores natos, receosos e trapalhões, sem saber o que se passa ou o que se vai passar. Fizeram má figura e ganharam. Que os italianos lhes sejam leves!

Dirão uns que não faz mal, que já foi muito bom chegarem às meias-finais. Mas não é verdade. Para chegarem às meias-finais foi preciso pensarem que podia ser campeões do mundo. E agora custa um bocadinho – um bocadinho nobre e bonito mas muito custoso – voltar atrás. Se a esplêndida selecção portuguesa tivesse pensado que bastaria chegar às meias-finais nem tinha ganho ao México e muito menos à Holanda e à Inglaterra.

Foi bonito saber, como ficou sabido e comprovado, que não é assim tão difícil Portugal ser campeão do mundo. O próximo Mundial, em 2010, parece muito mais apetecível por causa disso. É ganhável – como era este. Não se pode subestimar a segurança que o Mundial 2006 trouxe à selecção. Já não se pode falar em sonhos como se fossem delírios. Não: os sonhos agora passaram a objectivos, altamente práticos e alcançáveis. É obra.

Portugal já não é o "outsider" que era nos primeiros dias do mês passado. Por muito que isso custe aos detractores e inimigos (que utilizaram esse estatuto marginal para nos marginalizar ainda mais), a partir de agora Portugal é não só um campeão potencial como um campeão provável.

Tanto crescemos que finalmente ficámos crescidos, adultos, senhores. É bom que os outros senhores do futebol comecem a habituar-se à presença e à ameaça constantes dos novos senhores. Porque os antigos menininhos portugueses, que eram tão giros e que tanto jeitinho davam, desapareceram para sempre.

Este Mundial já está ganho. Que se lixe. Venha outro!

Recuperação

informa-me o JTL - MASD

Muita Asma Se Deixares...
é que nesta condição de mãe de adolescentes, tenho de me manter informada, ou corro o risco de não apanhar os esquemas deles!! apesar de que, se apanhar os esquemas, não os vou impedir de os sofrerem na pele...eheheh, acham mal? caga nisso, dréd!

de Quinta-feira, Julho 07, 2005
posted by maresia at
10:19

4 Comments:
JL said... Pois é... e um dicionário para decifrar a nova linguagem também vem a calhar. Será que também nós fomos, nessa perspectiva, uma inquietação para os nossos pais? Boa semana 18:08

alfinete de peito said... Eeheheheheheh bué totil mesmo! ;)No fundo a linguagem é apenas um meio de expressão. O que conta é o sentimento associado!Mas nesse campo, como aliás em todos os outros, como mãe, estamos certos que estarás sempre a par do esquema ;O) Beijos dos Alfinetes! 16:45

frog said... Claro que convém estar não só a par dos esquemas, como muitas vezes dentro deles.... Um beijo 16:09

pensamentos said... Eu cá também tenho que estar atento, se não passam me a perna num instante... lol... Beijo e boa semana 20:25

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Nós e os outros





Sexta-feira do JÁ DIZIA O POETA...

O grande Poeta Manuel Maria du Bocage, quando um dia, ao entrar, enganado, num quarto de hotel onde estava hospedado, viu umas fufas... saíram-lhe imediatamente os seguintes versos!

MENINAS QUE SOIS TÃO BOAS,
PORQUE ESTAIS A FAZER ISSO?
PORQUE COMEIS PÃO COM PÃO,
SE É TÃO BOM PÃO COM CHOURIÇO?

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Sexta-feira da vaselina

Dentro de uma farmácia, um estudante de Propaganda e Marketing faz perguntas aos clientes para uma pesquisa de mercado:

- Por favor, minha senhora, estou a fazer uma pesquisa sobre o produtoDeslizafácil, para determinar os usos da vaselina no lar. Poderia dizer-me em que usa a vaselina em casa?
- Em casa... usamos a vaselina para ferimentos, pele seca, assaduras... ah, e quando fazemos amor.
- É a primeira vez que ouço a respeito do uso da vaselina para fazer amor, poderia dar-me mais detalhes?
- Espalho na maçaneta da porta do quarto.
- Na maçaneta da porta???
- Sim! As mãos escorregam e isso impede as crianças de entrarem...

Aprendeu?!?! Mente poluída!

FORMAS DE PASSAR O TEMPO NUM HIPERMERCADO

1. Agarra em 24 caixas de preservativos e põe em vários carrinhos, aleatoriamente, quando a pessoa estiver distraída. 2. Programa os despertadores para tocarem de 5 em 5 minutos. 3. Vai ao apoio a clientes e pergunta se te podem reservar um pacote de M&Ms 4. Monta uma tenda na secção de campismo, diz aos outros clientes que vais passar a noite por lá.
Convence as pessoas a trazerem almofadas da secção têxtil e a juntarem-se a ti. 5. Quando um funcionário te perguntar se precisas de ajuda, começa a chorar e grita:
"Porque é que vocês não me deixam em paz?!?!!?!?" 6. Encontra uma câmara de vigilância e usa-a como espelho enquanto tiras macacos do nariz. 7. Procura uma faca de trinchar bem afiada. Leva-a contigo durante todo o percurso das compras e vai perguntando aos funcionários se ali vendem anti-depressivos. 8. Desliza pela loja com um ar suspeito, enquanto cantas o tema da "Missão Impossível" . 9. Esconde-te atrás da roupa que está exposta em cabides e quando alguém estiver a ver os artigos grita:
"ESCOLHE-ME! LEVA-ME PARA CASA!" 10. Quando alguém anunciar seja o que for no altifalante, deita-te no chão, em posição fetal, e grita:
"NÃÃÃO! As vozes! Outra vez as vozes!" E, por fim: Vai ao provador de roupa. Fecha a porta, aguarda um minuto e depois grita: "Onde é que está o papel higiénico????!"

Sexta-feira das Crianças encantadoras

As crianças são incrivel e decididamente encantadoras. A professora pediu aos alunos que fizessem uma composição sobre a escola. Eis apenas um dos exemplos:

A minha escola é pequena, mas muito bem arranjada. A minha escola é como se fosse um jardim, nós, os alunos somos as flores e a senhora professora é como se fosse um monte de estrume que nos faz crescer belos e fortes.

terça-feira, 20 de junho de 2006

Sexta-feira do MADE IN...

António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).

Vestiu, então, uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

segunda-feira, 19 de junho de 2006

sexta-feira, 16 de junho de 2006

V - À Celle qui est trop gaie

Ta tête, ton geste, ton air
Sont beaux comme un beau paysage;
Le rire joue en ton visage
Comme un vent frais dans un ciel clair.

Le passant chagrin que tu frôles
Est ébloui par la santé
Qui jaillit comme une clarté
De tes bras et de tes épaules.

Les retentissantes couleurs
Dont tu parsèmes tes toilettes
Jettent dans l'esprit des poètes
L'image d'un ballet de fleurs.

Ces robes folles sont l'emblème
De ton esprit bariolé;
Folle dont je suis affolé,
Je te hais autant que je t'aime!

Quelquefois dans un beau jardin
Où je traînais mon atonie,
J'ai senti, comme une ironie
Le soleil déchirer mon sein,

Et le printemps et la verdure
Ont tant humilié mon coeur,
Que j'ai puni sur une fleur
L'insolence de la Nature.

Ainsi je voudrais, une nuit,
Quand l'heure des voluptés sonne,
Vers les trésors de ta personne,
Comme un lâche, ramper sans bruit,

Pour châtier ta chair joyeuse,
Pour meurtrir ton sein pardonné,
Et faire à ton flanc étonné
Une blessure large et creuse,

Et, vertigineuse douceur!
A travers ces lèvres nouvelles,
Plus éclatantes et plus belles,
T'infuser mon venin, ma soeur!

Charles Baudelaire - Les Fleurs du Mal

Striptease time

You sure you want to be with me
I've nothing to give
Won’t lie and say this lovin's best
Leave us in emotional peace
Take a walk, taste the rest
No, take a rest

I see you digging a hole in your neighbourhood
You’re crazy but you’re lazy
No need to live in a lean-to
Your troubles must be seen to seen to
Money like its paper with faces I remember
I drink on a daily basis
Though it seldom cools my temper
It never cools my temper

Walking through the suburbs though not exactly lovers
You’re a couple, 'specially when your body’s doubled
Duplicate, then you wait for the next Kuwait

Karmacoma, jamaica and Roma

You sure you want to be with me I’ve nothing to give
Take a walk take a rest taste the rest
You sure you want to be with me I’ve nothing to give
Take a walk take a rest taste the rest
Take a walk take a rest a taste of rest

Don't want to be on top of your list
Monopoly and properly kissed
We overcome in sixty seconds
With the strength we have to together
But for now, emotional ties they stay severed
When there’s trust there’ll be treats
And when we funk we'll hear beats

Karmacoma, jamaica and Roma

Deflowering my baby, are you my baby mate
I must be crazy, see I'm swazy
Digging a hole in your neighbourhood
You're crazy but you're lazy, must be lazy

Don't wanna be on top of your list
Monopoly and properly kissed

Deflowering my baby, are you my baby mate
My baby
Deflowering my baby, are you my baby mate
I must be crazy, you must be lazy

Karmacoma [what?], jamaica and Roma
Karmacoma [what?], .......

Tricky&3D
Massive Attack

quarta-feira, 14 de junho de 2006

sexta-feira, 9 de junho de 2006

Sexta-feira do chuto na bola

Pentecostes

Por todos nós que vivemos no centro de Tercena.
Pedimos ao Senhor que nos ajude a viver em família;
Pedimos que nos ajude a aceitar e a respeitar cada um como é;
Pedimos ânimo, esperança e força;
Para vencer todas as dificuldades;
Pedimos a Graça de nos sentirmos amados e de um dia podermos construir a nossa própria família.

Lila - 3 de Junho de 2006

Sexta-feira da Vaca

Um homem entra no quarto com uma ovelha nos braços.Sua mulher está lendo um livro deitada na cama.O homem diz:"amor, essa é a vaca com quem eu tenho relações, quandovocê tem dor de cabeça..."Responde a mulher:"se você não fosse tão idiota se dava conta que isso é uma ovelha..."O homem sorri:"se você não fosse tão idiota, se dava conta que estou falando coma ovelha..."

quinta-feira, 8 de junho de 2006

love infernal...

To live in desire is to play with the fire
That burns within our every cell
Dying eternal, love infernal... just one kiss to feel the spell
So fall and surrender the weak pretender
Don't resist the call of hell
Dying eternal, love infernal... just one kiss to feel the spell


by Poisonblack

terça-feira, 6 de junho de 2006

Ainda não o escrevi

A Ritinha e a Vanda já estão com a sua nova família. No próximo ano irão para um colégio particular. É tudo o que sei. Tudo o que espero é que possam ter uma nova oportunidade na Vida. São apenas crianças, merecem ser amadas. Serão docemente recordadas. Preocupa-me o meu 'Fik.

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Sexta-feira do engate à moda do Porto

Estás num bar. Vês uma rapariga. Olhas para ela e sorris enquanto acendes um cigarro. Vais ter com ela, de cigarro na mão, e perguntas:
- Desculpa, tens lumes?
- Mas o teu cigarro já está aceso!
- Oh caralho!! Pois está! Por falar em caralho, queres foder?

Sexta-Feira do "há-de ser Sexta-feria sempre que eu quiser"

Stop complaining about your job!!!

À Comissão de Adopção

Exmos. Srs,

Vimos por este meio enviar a nossa candidatura para aquisição de uma criança, com as características descritas no formulário que nos foi enviado para alimentar a V/ base de dados.

- Sexo: masculino
- Idade: entre os 4 e os 4 anos e meio
- Altura: não superior a 90 centímetros
- Peso: 27, 9 quilos
- Olhos: cor de mel e, de preferência, com longas pestanas
- Cabelo: ondeado, castanho claro e sem caspa
- Outros: que goste de couves

Aproveitamos para pedir a confirmação da data de entrega.
Melhores cumprimentos,

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Exmos. Srs.,

Vimos por este meio proceder ao envio da criança de sexo masculino que melhor corresponde às características apresentadas no formulário.
Uma vez que se trata de uma criança de sexo masculino, poderão escolher entre um laço verde ou azul.

Melhores cumprimentos,

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1 mês

2 meses

3 meses

4 meses

4 meses e 7 dias

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Exmos. Srs.,

Vimos por este meio devolver o menino. O mesmo não gosta de iogurtes e, aquecer o leite para o pequeno-almoço, torna muito difícil a minha rotina matinal.

Aproveitamos para pedir que nos informem, quando nos será possível enviar novo pedido de aquisição.
Melhores cumprimentos,

-----

Eu estou a rir, porque posso rir. Porque vi uma criança ser devolvida ao fim de 6 meses. Eu rio, porque posso rir. Eu rio e hei-de rir sempre porque há coisas que não podemos levar de outra forma, correndo o risco de enlouquecermos. Riam-se comigo!

Temos dito!

domingo, 4 de junho de 2006

I am sailing

[away from] home [again] cross the sea [of life]
I am sailing, stormy waters,
To be near [you][me], to be free.

Can you hear me, can you hear me
Thro the dark night, far away,
I am dying, forever trying,
To be with [who?], who can say.

sábado, 3 de junho de 2006

(des)amor

Mas que raio deu nesta gente, que me começou tudo a falar de amor à volta dos meus textos?! Se há coisa que eu estou agora, é (des)amorada! Bem DESamorada!!

sexta-feira, 2 de junho de 2006

O grito na garganta

- correu bem?
- não sei muito bem...

Recuperação

Vai começar a namorar...

Patricia, isto 'tá ligado à Internet? Sim, 'tá, é só clicares aí no "Ezinho" azul. Eu sei, nós agora já temos Internet lá no Centro. Boa! E já sabes procurar coisas? Sei, o que eu ainda não sei é como é que se conversa com os rapazes.

Lá tivemos de criar uma conta no Sapo.pt para a Princesa procurar sapos que se façam Príncipes.

de Quinta-feira, Junho 02, 2005
posted by maresia at
22:07

4 Comments:

Isolamentos said...
eh eh eh! :) apenas outra conversa natural... e os sapos não fazem mal a ninguém... :)
00:53

maresia said...
Claro que os sapos não fazem mal nenhum, atá fazem é muita bem! quanto muito, nós é que lhes fazemos o mal a eles! com 12 anos a caganita é bem mais sabida que qualquer um dos sapos que em torno dela giram...
09:49

Isolamentos said...
...ainda bem... :) ser sabido (hoje em dia) é muito importante... :) * (isso do bate pé é muito estranho...como é que é possível que tu em 1976 já jogasses a isso?! o_O )
19:45

Maria Papoila said...
EU ADORO SAPOS E SAPINHOS.... SAPÕES! EU SOU DAQUELAS QUE ACREDITA QUE É MELHOR ACREDITAR QUE SE PODE QUEBRAR UM FEITIÇO... QUE VIVER ENCANTADA POR UM PRINCIPE QUE NÂO EXISTE..........
12:38

Sexta-feira do "Finalmente encontraram o famoso Cara de Cu"

Sexta-feira da anedota velha e estúpida, mas com uma nota adicional

Um casal de Cascais foi de férias para o Amazonas. Estão no hotel e, para passar o tempo, resolvem alugar uma lancha e vão navegar para o rio... Acontece que a embarcação bate num tronco, faz um rombo e começa a meter água e a afundar-se. Os crocodilos que se encontravam na margem, ao verem aquilo atiram-se imediatamente à agua... Ela, ao ver aquilo, exclama para o marido:
- Oh Bernardo... Eu acho o máximo o Amazonas!... Já viu???... Para além do hotel ser super estupendo e a lancha ser imensamente benzoca... Os salva-vidas, são da Lacoste!

Nota adicional: sabiam que a Lacoste é uma das marcas mais cobiçadas pelos pretos da Damaia?

Sexta-feira do "Cá te espero"

Sexta-feira do Perú

Ingredientes:
1 garrafa de whisky - do bom, é claro!!
1 peru de aproximadamente 5 Kg
Sal, pimenta e molho verde a gosto
350 ml de azeite extra-virgem
500 g de bacon em fatias
Nozes moídas
Modo de preparar:
Envolver o peru no bacon e temperá-lo com sal, pimenta e molho verde a gosto. Massajá-lo com azeite. Pré-aquecer o forno durante aprox. 10 minutos. Beber uma boa dose (dupla) de whisky enquanto aguarda. Colocar o peru numa assadeira grande. Sirva-se de mais duas doses de whisky. Ajustar o terbostato na marca 3, e, debois de uns binte bidutos, bonha para assassinar. Digu, assar a ave. Beber bais uba dose de whisky. Debois de beia hora, formar a baertura e controlar a asssadura do pato. Tentar zentar na gadeira, zervir-se de uooooootra dose boa de whisky. Gozer (?), gosturar(?), gozinhar (?), zei lá, f***-se o beru. Deixááár o vilho da buta no vorno bor ubas 4 horas. Tentar tirar a berda do beru de lá. Bandar bais uba boa dose de whisky pa dentro, dendar nobabente tirar o cabrããão do beru do vorno, borgue na bribeira denndadiiiva dããodeeeeeeeuuuu. Begar o beru que gaiu no jão, e enjugar o vilho da buta gom o bano de limparrro jão e gologá-lo duba pandeja ou galguer outra borra, bois, avinal, vozênem gossssssssta buito dessa berda de beru.
Bronto!

quinta-feira, 1 de junho de 2006

pois...

eh pah, 'tou com uma nostalgia...
sabes como é, parece que tenho comichão na barriga

atão

não sei, nada de especial
se calhar foi a música que ouvi de manhã no carro

tas apaixonada
apetece-te vomitar as tuas emoçoes

e gritar e correr desalmadamente

não, quanto muito estou com saudades de estar apaixonada
é mais por aí, sentir-me presa a alguma coisa

belas frases, é o teu amigo que t'as diz?

pois...

À noite todos os verdes são cinza

Não gosta de praia, mas a sua pele começa a ficar tisnada deste Sol que nos persegue.

Entristece-me que as estrelas já não nos embriaguem.

Entristece-me saber que até a Lua sente a falta de, quando entre risos, me despia as calças cinzentas.

Que nunca tive.

Lembro o meu riso solto, a luz vermelha, o Mar batido com força na pedra negra.

O vento.

O vento forte, frio, cortante, levando os meus braços sempre mais longe. Muito mais longe.

O abrigo, encontrado junto ao forte. A Ursa.

A maior, a menor e a nossa. Escondida por trás das canas despidas.

Foram outros tempos, bons e maus, quentes, intrigantes. Foi outro tempo, foi.

quarta-feira, 31 de maio de 2006

o aviso

Hoje avisaram-me que me iam fazer uma proposta porca.

Vinha no carro a ouvir o The Best of Massive Attack, que por acaso recuperei hoje, e vinha a pensar nisto. Vinha a sorrir, ou a rir, não me lembro bem. Em qualquer dos casos, isso é bom. Pensei em duas coisas.

Nunca ninguém me tinha avisado que me ia fazer uma proposta porca. Avisado no sentido literal da coisa, antecipadamente, não falo, obviamente, daqueles avisos vou fazer-te uma proposta porca, já te estou a saltar em cima!, não, um aviso assim de antemão, com tempo, um dia destes, hei-de, talvez, quando a chuva volte ou o calor aperte. Mas este foi um pensamento fugaz, pensei, ri e esqueci, guardei apenas a memória do acontecimento para aqui o soltar em palavras escritas.

No que eu ainda estou a pensar é que não existem propostas porcas... não encontro o que possa ser uma proposta antecipadamente avisada e porca. Existem propostas porcamente ouvidas e propostas intencionalmente porcas, mas é tudo uma questão de pontos de vista.

Eu digo, tu ouves.
O que eu digo, nem sempre tu ouves.
Quando te ouço nem sempre mo dizes.

Esquecemos a leitura dos gestos.
Esquecemos o olhar do outro.
Esquecemos a mão que mexe. O pé que saltita. O corpo que se contorce.

Quando é que esquecemos? Quando falamos sem nos vermos.

Não era de todo assim que isto ia acabar... o problema é que eu ainda estou a pensar.

terça-feira, 30 de maio de 2006

Recuperação

de 07 Janeiro 2006 - encerrei o espaço, é só para avisar!

O fim de mim neles
Eu ia usar este espaço para contar a minha vida em imagens. Andava a digitalizar fotografias antigas e a escolher algums novas. E...


De repente, estava ali indolentemente sentada no sofá da sala, da televisão saía o som de mais uma história de terror, maus tratos, violência, crianças, a minha Mãe comentou quando eu fui à segurança social denunciar que o pai deles tinha levado uma puta, perdoem-me a expressão, mas era mesmo isso, uma puta lá para casa e que a Mãe andava toda marcada, a assistente social disse que não podiam intervir porque as crianças não apresentavam marcas de maus tratos.
  • Foda-se!

Disse eu, e que mais podia dizer?! Então, quando, na quinta-feira, a Juiza me perguntou se as crianças estavam mal tratadas, durante o ano em que estiveram entregues a si mesmas, e eu respondi que não, eu tinha razão. Nenhuma das crianças daquela família apresentou, em qualquer altura que fosse, qualquer marca de maus tratos, segundo o informado pela própria assistente social. Enquanto a advogada da Casa tentava desmanchar a minha definição de crianças bem tratadas eu deveria ter desmanchado a definição de crianças sob custódia da assistência social e/ou comissão de protecção de menores.

Foi então que se desmanchou em mim este projecto egocêntrico e decidi morrer aqui por Eles.

Uma história é sempre uma história, factos verídicos misturam-se com emoções. Episódios baralham-se na esfera do Tempo. Antes, depois, quando... não há uma definição precisa. Aconteceram coisas ao longo destes 6, a caminhar 7, anos, que eu vou relatar. Reavivar em mim? Não! Para reavivar, em mim, estas histórias estão eles mesmos na minha Vida, para lá do sempre.

Vou apenas contar o que vivemos, eu, eles, a minha Mãe e todos os outros nós que foram estando presentes a meio caminho entre o metro quadrado mais caro do concelho de Cascais e uma favela versão Portugal.

Se alguém ler, ou for lendo, talvez nunca venha a perceber a história. Não apanhe o fio à meada. Se perca em regressos ao presente. A verdade da história só se entende vivendo-a.

Veremos o que daqui sai, meus Amores.

posted by maresia at 20:05

1 Comments:
holeart said...
já meti isto nos meus favoritos.
08:53

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Governo Português abre sucursal no Japão


Eu nunca digo mal de governos,
partidos, políticas,
nada de nada
mas esta tem piada!

domingo, 28 de maio de 2006

Reviver - melaço sem mel

de Domingo, Dezembro 18, 2005

Andava por aí a blogar e apercebi-me de que há muito deixei de ser doce, romântica, terna, melosa na palavra que aqui dito. O Amor há muito se derreteu em mim. Já não o sinto. Já não te sinto. Já não me sinto...

Quente, tonta, vaidosa, provocante, enguia, escorregadia, brincalhona. Sempre! Melosa? Já não me lembro. São açucares que se perdem na luta pela independência. Já não me lembro do sabor do Algodão doce. Que coisa mais idiota que estou para aqui a escrever.

Ponto, final e parágrafo.

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Sexta-feira da História de Portugal

Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe e acabou por se vingar na pandilha de mauritanos que vivia do outro lado do Tejo. Para piorar ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer e não teve muito tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu. Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi desta para melhor. Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão e ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos ao filho que era dado aos desportos náuticos. De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Maputo, Ormuz, Calecutá, Malaca, Timor e Macau. Quando a coisa deu para o torto, ficou nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação e resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de Alcácer-Quibir para uma cena de estalo. Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta do estaminé até chegar outro João que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos. Com conventos a mais e dinheiro menos, as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo arranjado outra vez, graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para o bricolage e não era mau tipo apesar das perucas um bocado amaricadas. Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar se o Pedro podia vir brincar e o irmão mais novo, o Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de armar confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios. A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa e foi por isso que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos quando passeava de carroça pelo Terreiro do Paço. O pessoal assustou-se com o barulho e escondeu-se num buraco na Flandres onde continuaram a ouvir tiros mas apontados a eles e disparados por alemães. Ao intervalo, já perdiam por muitos mas o desafio não chegou ao fim porque uma tipa vestida de branco apareceu a flutuar por cima de uma azinheira e três pastores deram primeiro em doidos, depois em mortos e mais tarde em beatos. Se não fosse por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar boatos. Comunistas dum camandro! Tanto insistiram que o velhote se mandou do cadeirão abaixo e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um molho de cravos em cima do assunto. Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira numa exposição mundial e mamar duas secas da Grécia na final. E o Cavaco? O Cavaco foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo. FIM

Sexta feira das pizzas

Um homem entra numa pizzaria com uma loira em cada braço
- São duas pizzas, por favor
- São familiares?
- Não, são putas!

Sexta-feira do Cocas

quinta-feira, 25 de maio de 2006

A ti amigo anónimo

At 16:39, Anonymous amanhou...

Entre amigo e amigo jamais se apagam dias tão felizes
de Pe. Tolentino de Mendonça

Obrigado, Senhor, pelos amigos que me deste.
Os amigos que nos fazem sentir amados sem porquê.
Que têm o jeito especial de nos fazer sorrir.
Que sabem tudo de nós, perguntando pouco.
Que conhecem o segredo das pequenas coisas que nos deixam muito felizes.
Obrigado, Senhor, por essas e esses, sem os quais, caminhar pela vida, não seria o mesmo.
Que nos aguentam quando o mundo parece um sítio incerto.
Que nos incitam à coragem só com a sua presença.
Que nos surpreendem, de propósito, porque acham mal tanta rotina.
Que nos dão a ver um outro lado das coisas, um lado fantástico, diga-se.
Obrigado pelos amigos condicionais.
Que discordam de nós permanecendo connosco.
Que esperam o tempo que for preciso.
Que perdoam antes das desculpas.
Essas e esses são os irmãos que escolhemos.
Os que colocas a nosso lado para nos devolverem a luz pura e aérea da alegria.
Os que trazem, até nós, a música maravilhosa e imprevisível do teu coração. A Senhor!
Obrigado!

Nuvens

Paira uma qualquer núvem cinzenta sobre a minha empresa, entre acidentes, comas, leucemias, abortos espontâneos... Felizmente, eu não acredito em núvens pretas.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Lombrigas

Quatro lombrigas são colocadas em quatro tubos de ensaio separados: a primeira lombriga em álcool, a segunda lombriga em fumo de cigarro, a terceira em esperma e a quarta em terra natural.

No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:

- A primeira lombriga, em álcool, está morta;
- A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
- A terceira, em esperma, está morta;
- A quarta, em terra natural, está viva.

O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial e pergunta à classe - O que podemos aprender desta experiência?

Responde imediatamente o Joãozinho - Temos de beber, fumar e foder para não termos lombrigas!

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Recuperação

11 Janeiro 2006

Há jogos perigosos...
Hoje a 17, a 21 e o pai foram visitar a 3 e a 6.Há jogos perigosos...Ao fim de 22 meses, a Casa aceita uma visita, entre as 15:00 e as 16:00, pedida pela 17. Ao fim de 22 meses e a menos de uma semana da decisão do Juíz. É muito pouco provável que a decisão seja pela continuidade do elo à família. Ainda não sei como vou falar disto com a minha 10...Mas dizia, uma visita. Porquê? Se a Casa desmontou em tribunal qualquer tipo de tentativa de justificação da importância da ligação entre os irmãos, não falo do pai, porquê aceitar agora uma visita? A dias da oficialização da perda do poder paternal, porquê? A dias da 3 e da 6 irem definitivamente fazer parte de outro mundo, onde não há espaço para estes outros?Porque a Casa não é magnânime, não está ali para nos fazer o jeitinho, para dar a mão aos que sofrem deste lado... Muito menos quando os telejornais nos enchem os olhos e os ouvidos de histórias de crianças maltratadas. Por um pagam todos e, vendo bem, até é justo. Por uma criança incorrectamente retirada ao seu meio original, podemos estar a salvar 10. Ou não... A irmã do A foi devolvida ao fim de um ano... casos, casos, casos, montam-se e desmontam-se.Mas a casa tem muita experiência. Desta forma desmonta, também, qualquer tipo de argumento que se baseie na dificuldade, real e documentada em todo o processo, em acordar horas de visita com o 20, o real cabeça de casal, na falta de flexibilidade, nos entraves. Pois se, a poucos dias da separação formal, ainda facilitaram o encontro.Só tenho pena que, mais uma vez, o horário tenha sido imposto para as 15:00, impossibilitando novamente a presença do 20.
posted by maresia at 21:54

Recuperação

27 Janeiro 2006

O primeiro dia da Mãe
Já quase passou um ano desde que te tornaste Mãe. Amanhã é o teu dia. Já fizeste 14 anos. Não tens Mãe que te aconchegue, mas tens filha que abraces. Com força, com muita força. Com tanta força como a que abraças a tua vida. Boa V., és uma linda Mãe. És uma linda menina-mãe.de Sábado, Abril 30, 2005
posted by maresia at 21:30

1 Comments:
JL said...
Li esta sequência de últimos texto colocados. Há um denominador comum em todos eles: O Amor. Falado ou sentido. Desejado ou magoado!Até no ódio ou na vontade de odiar é o amor que mais comanda.Deixo-te um beijo e a vontade, a minha vontade, de que o teu fim de semana seja de amor.
16:55

Recuperação

13 Fevereiro 2006

Socorrismo para crianças
Quem é que viu a minha Princesa dizer que queria ser Bombeira?!?!?Estou tão babada, até me vieram as lágrimas aos olhos, foi uma surpresa daquelas, espertinhos não me contaram nada!!! O R. também aparecia, mas não falou... é mais tímido!- é verdade ontem vi no telejornal a ... hum....a tua filhota a aprender socorrismo no telejornal, estava demais, fala pelos cotovelos devia era ser jornalista, dei por mim a acreditar que apesar das vidas difíceis eles vão todos vencer.E claro que vão vencer... com amigas desta Mãe com esta categoria!!!ps: ela ainda não sabe, mas o que vai ser na realidade é marinheira como esta Mãe... hi hi hide Sexta-feira, Setembro 09, 2005
posted by maresia at 22:05

3 Comments:
Isolamentos said...
:)
03:24
JL said...
Esta mãe, atrevo-me eu a dizer, é marinheira em água de sonhos e de desejos. Que se realizem e te adocem a vida.Um beijo
19:05
rps said...
Uma Mãe babada é compreensível... Agora: "(...) a tua filhota a aprender socorrismo no telejornal, estava demais, fala pelos cotovelos devia era ser jornalista (...)" ... esta imagem de classe...
16:34

Recuperação

20 Fevereiro 2006

a minha princesa
está a ficar uma menina, carente e responsável. enquanto eu ressacava o corpo da música de ontem, telefonou. ia para Sintra com a monitora, gostaria que eu fosse mas, acima de tudo, queria evitar que lá fosse acima ao engano. minaê, bo sa glavi passa...

de Domingo, Abril 24, 2005
posted by maresia at
22:11

3 Comments:
Isolamentos said...
...uhm...
16:53
JL said...
Recordações...
18:00
Lisbon said...
Só passei pa agradecer a visita ao meu adormecido blog
19:53

Recuperação

Puberdade
No fim do fim-de-semana, depois de os ter deixado no CAT, junto com 2/3 da minha alma, fui tentar organizar o começo da minha semana de trabalho. Ligo o portátil e PIMBA TUNGA, uma gaja toda aberta e uma pila grande como o mundo saltam-me em cima. 2+2=5 e já percebi o que andaste a fazer até às 2:00 da manhã!!! Ri, claro. Tens 15, quase quase 16, mais estranho seria se não fosses procurando todas estas coisas.


- Então, ontem o que fizeste depois de irmos dormir?
- Eu? Nada...
- Nada? Estiveste a jogar no computador?
- AH! ah! Lindos sites que o menino anda a ver!!!
- Pois...
- Não faz mal, R., só que tens de ter cuidado, sabes que o T. e a I. também brincam com aquele computador... depois de usar apagas o Histórico e tens de desinstalar aqueles programinhas que ficam.
- Mas eu não sei fazer isso...
- Pois, só sabes o que interessa...
- Depois a Patricia ensina, 'tá bem?!
- Está, está bem...
- Quer saber o que eu estava mesmo a fazer?
- Se quiseres contar...
- Estava a jogar uma coisa que se eu ganhar ela tira a roupa!
- E então, ficou nua?
- Não, ainda não sou muito bom, tenho de treinar mais!

de Terça-feira, Maio 24, 2005 , posted by maresia at 21:44

1 Comments:
alyia said...
ahahahahhahahahaahadolescência :)
23:07

Referendos

Eu acredito que os referendos sejam um direito do povo, não sei ainda se acredito que sejam a resposta ou uma boa proposta para todas as situações.

Fala-se de um referendo sobre a implementação de centrais nucleares em Portugal. Um referendo, a meu ver, sobre algo que ninguém sabe muito bem o que é, o que implica ou o que pode provocar. Como pode o Sr. Manuel de Piodão, ou a Sra Maria de Pitões das Júnias decidir sobre isto?

Vejamos o meu exemplo, não deve existir exemplo melhor do que o meu. O meu Pai é um Astrofísico supostamente conceituado, licenciou-se em qualquer coisa que já não me lembro, doutorou-se em Física de Altas Energias, investigou na área das coisas Quânticas, depois partiu rumo ao Cosmos e por aí fora.

Eu não tinha mais de 7/8 anos quando comecei a brincar às bombas atómicas. O meu Pai partia para o CERN e deixáva-nos ao cuidado da minha Mãe físico-quimica. Era um desastre. O Pedro, que sempre foi o mais dado a misturas engenhosas, misturava tudo o que encontrava nos tubinhos de ensaio dos nossos vários estojos de química e desenvolvia bombas atómicas potentíssimas que eu fazia explodir, sempre fui a mais dada a emoções perigosas. Por sua vez, o pobre do João, que ainda não tinha idade para escolher fosse o que fosse às nossas mãos, representava o explodido.

Depois de o caracterisarmos com canetas, guaches, farinha, detergente da loiça ou da casa-de-banho e com as próprias das misturas explosivas, era sujeito a operações delicadas, quase desmembrado, arrastado em cenários de guerra, atirado contra as paredes com a força da explosão e não tinha direito a mugir nem tugir.

Pois bem, eu, se votasse, porque nunca voto, é um dos direitos de cidadão a que eu me dou o direito de não utilizar, e tivesse de dizer sim ou não à Energia Nuclear em Portugal, não saberia o que escolher. Provavelmente perguntaria ao meu Pai, não iria perceber metade do que ele me voltaria a explicar e acabaria por votar igual a ele, só porque nem a explicação dele eu iria entender.

Dos 7/8 aos 34 são muitos anos de convivência com estas coisas... O que é que o Sr. Manuel, a Sra Maria e até o Primeiro-Ministro, terão aprendido que eu ainda não aprendi ou percebi?

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Recuperação - Chamem-lhe o que quiserem, eu chamo-te humanidade

Chamem-lhe o que quiserem, eu chamo-te humanidade
Cada dia que passa te admiro mais. No meio de tanta coisa existe sempre espaço para a humanidade em ti.


Queria muito ver um menino com lepra. É uma doença muito má, não é? Acho que nas farmácias há umas caixinhas para ajudar. Acho que têm uma fotografia. As pessoas com lepra escondiam-se atrás dos muros e nas grutas, não é? Ainda lhes atiram a comida? Eu não quero que eles tenham lepra, não é isso, eu queria era ver para saber como é. E a epilepsia? A Patricia sabe o que é? Lá na minha escola havia um rapaz que tinha ataques, bué mesmo, às vezes 3 num dia. Chamava-o sempre para a minha equipa. Não jogava mesmo nada, mas eu sabia que gostava e então dizia-lhe "és um ganda jogador". Outras vezes dizia "sabes que na minha equipa só jogam os bons". Ficava a olhar para ele durante o jogo, sem ninguém perceber. Mesmo quando já ia no ataque tinha um truque que me deixava ficar sempre de olho nele. Tinha assim uns tiques. Eu com o tempo aprendi a saber quais eram os tiques maus. E sabia que, se alguém se zangava com ele, tinha de estar pronto para o ajudar. Um dia, ao almoço, teve um ataque. A faca voou da mão dele para mim. Apanhei um susto, mas ainda consegui ajudar o professor a pôr-lhe um cinto na boca. A Patricia acha que agora o deixam jogar? E quais é que se salvam mais, os que têm cancro ou os que têm sida? Às vezes, os que estão melhor rezam para serem eles a morrer em vez dos outros, não é? E pode-se dar sangue e uma coisa que tem a ver com células. Há muitas doenças esquisitas. Tenho sorte, não tenho?

Tens, tens sorte, mas eu ainda tenho mais, por te ter a ti.

de Quinta-feira, Maio 19, 2005
posted by maresia at
22:29

6 Comments:

JL said...
Fantástico. E mais não digo porque as palavras escasseiam. Boa semana
22:34

Jane & Cia said...
É ser Imensamente Grande, tão grande quanto o Mar!*Deixo uma estrela a essa humanidade*
19:03

poca said...
sim de facto... encontramos nas crianças uma série de sentimentos que sabemos que também temos!!
17:24

storm said...
arrepia... a honestidade e autenticidade transparente das crianças... é o ser humano no seu expoente máximo de humanindade!
17:27

inBluesY said...
(fica o meu silêncio, excelente )
10:40

lobodomar said...
Fico aqui em silêncio só, lendo e relendo. Mais palavras iriam macular... Abraço
12:35

E porque hoje é sexta-feira, a primeira do resto desta Vida

quinta-feira, 18 de maio de 2006

Tutti

A Vida está tutti-frutti, nem há tempo para o bom do Azul...

Tutti

A Vida está tutti-frutti, nem há tempo para o bom do Azul...

Amor de Mãe verde


Lá fomos nós ver um gajo falhar um penalty... E eu, com a sorte do costume, calhou-me como vizinho um fanático da aguardente.

Segundo percebi, o Liedson [Só Liedson basta? Acho que é esse que está de costas, ou não?] deveria ter marcado. Consta que é mais eficaz e que, se cumprisse, alcançava o Nuno Gomes enquanto melhor marcador [da época? do campeonato? who knows, who cares...]Fizemos a onda, cantámos os hinos, guinchámos em sintonia e no fim [já bem bebidos, demos abraços fraternos, saíram de mansinho, aos primeiros alvores, de copos bem erguidos, brindámos aos infernos, fizeram-se ao caminho, sem mágoas nem rancores. Adeus, foi um prazer! disseram a cantar, mantém a mesa posta, porque havemos de voltar...] ainda comemos bifanas!

Há muito tempo que não tínhamos uma tarde só nossa, eu o meu rapazola!

de Domingo, Março 12, 2006

terça-feira, 16 de maio de 2006

Quem não gosta de tutti-frutti?

Frase do dia

- Estou a reorganizar a dinâmica do lixo.

Isto porque eu peguei num papel que estava no chão do carro e coloquei-o no banco do carro. Pois, também está certo!

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Mudar de casa

Je vais encourir bien des reproches. mais qu'y puis je? Est-ce ma faute si j'eus douze ans quelques mois avant la déclaration de la guerre? sans doute, les troubles qui me virent de cette période extraordinaire furent d'une sorte qu'on n'éprouve jamais à cet âge; mais comme il n'existe rien d'assez fort pour nous vieillir malgré les apparencess, c'est en enfant que je devais me conduire dans une aventure où déjà un homme eût.

Raymond Radiguet
Le diable au corps @1923

Algumas notas repescadas na minha memória escrita.

n. 1903 18 juin, à Saint-Maur, près de Paris.

1913 13 juillet, il assiste à la crise de folie et au suicide de la bonne qui est employée dans la maison voisine de celle de ses parents, à Saint-Maur. Cet épisode très marquant sera exploité dans Le Diable au corps.

1914 28 juillet début de la Première Guerre mondiale.

1917 avril Raymond rencontre Alice, une voisine des Radiguet à Saint-Maur, qui vient de se marier avec Gaston, un soldat, à l’occasion d’une permission. La liaison de Radiguet, à l'age de 14 ans, avec Alice, le mari soldat sont autant d’éléments que l’on retrouvera dans Le Diable au corps.

1918 il fréquente les milieux de Montparnasse.

1919 il collabore aux revues Dada de Tristan Tzara et Littérature d’André Breton. En fin d’année, début de l’écriture du Diable au corps.

1920 il a une liaison orageuse avec Béatrice Hastings, le modèle de Modigliani.

1921 derniers poèmes et composition du Diable au corps.

1922 3 mars Cocteau lit à l’éditeur Bernard Grasset les premières pages du Diable au corps. Le 15 mars Radiguet signe le contrat, mais doit remanier sa version. Cocteau l’y aidera.

1923 janvier il remet à son éditeur la version définitive du Diable au corps. Bernard Grasset orchestre une grande campagne de publicité en faveur du Diable au corps et de son auteur: il fait parvenir à des personnalités parisiennes une lettre dans laquelle il présente Le Diable au corps, compare Radiguet à Rimbaud, et réfute par avance l’accusation d’immoralité et de cynisme du roman. Le 10 mars, sortie du roman et d’un article de Radiguet, intitulé "Mon premier roman Le Diable au corps", dans Les Nouvelles littéraires. L’auteur y défend son œuvre contre ses détracteurs, choqués par l’apparent cynisme du roman, et également par la grande campagne de publicité qui a fait parler de lui. En un mois, plus de trente articles de presse paraissent sur Le Diable au corps, le roman se vend bien. Cocteau, le 3 mai, prononce au Collège de France un discours qui rend hommage à Radiguet. Le roman obtient le prix du Nouveau-Monde le 15 mai. En octobre, terrassé par la maladie, il s’alite. On découvre, trop tard, qu’il a contracté la typhoïde. Transporté dans une clinique, il meurt le 12 décembre, à vingt ans.













Vie de Radiguet

Le Diable au corps

Naissance en juin 1903

Naissance en mars 1902

Saint-Maur des Fossés

F...

Lettre écrite à une institutrice (Alice).

Lettre écrite à Carmen

Retiré du lycée à la fin de la quatrième.

Retiré de l'école.

Lycée Charlemagne

Lycée Henri-IV

Yves (Krier)

René

Alice

Marthe

Gaston S.

Jacques Lacombe

Alice est morte en novembre 1952.

Marthe meurt peu après la naissance de son fils.

Il n'est pas établi que le fils d'Alice soit celui de Radiguet.

Le fils de Marthe est celui du narrateur.

Recuperação

e lá vai mais um...
Vou definir o meu fim-de-semana em distâncias percorridas.
TagusPark - Tercena - Cascais - McDonald's - Campo - Tercena - Cascais
Cascais - Tercena - Cascais - Praia - Casa - Campo - Tercena - Cascais
Cascais - Tercena - Cascais - Praia - Casa - Cascais - Tercena - Cascais

Podia ter sido pior...

de Domingo, Maio 15, 2005
posted by maresia at
21:47

2 Comments:
palmira said... Por esse motivo fui viver para perto da praia :) ericeira - cascais - ericeira - quase todas as praias da ericeira - ericeira e cascais ( quando venho trabalhar) Gostei do teu canto. São tantas as Letras que populam por aí. Eu tenho uma M. de 5 anos que só não nasceu de dentro da minha barriga, está enraizada em todos os meus poros . vou voltar 16:15

Isolamentos said... ...já me diverti por aqui. :) e ainda que tenha sido por acaso...obrigado pela visita. * 21:49

You gotta be what you gotta be!