Já ninguém vem aqui.
Eu já não venho aqui... porque haveriam de vir os outros?
Mas hoje, ao passar os olhos pelo passado, soube que ainda era presente.
Não gosto dos beijos que me deixam os que aqui passam (passavam, quando eu passava também). Não gostava, não gosto e nunca gostarei.
Não gosto de sentir a cara lambida de beijos doces e amigos, saudosos e compreensíveis, beijos que se deixam em espaços de gentes que não conhecemos.
Saudai-Vos na Paz de Cristo
Saudai-Vos no ódio, saudai-Vos no amor.
Saudai-Vos, beijai-Vos, amai-Vos
Onde e quando quiserem
Mas não a mim, aqui.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
É o meu Pai...
http://ab-integro.blogspot.com/2009/10/o-universo-de-einstein.html
(...)
Depois, para além do mais, sabe-me bem ouvir um homem da ciência, como o Prof. Alfredo Barbosa Henriques, dizer, humildemente, que na abordagem para a compreensão do Universo "temos ainda mais problemas do que soluções" ! É isto que admiro e gosto na ciência e nos verdadeiros homens da ciência: a não presunção de que sabem tudo ou que dominam o conhecimento total sobre tudo.
(...)
Acho que foi num dia em que chegou tarde para jantar e não sabíamos muito bem onde andava... nunca sabemos muito o que faz, o que pensa, por onde anda. De vez em quando descobrimos...
É isto que eu (também) admiro.
(...)
Depois, para além do mais, sabe-me bem ouvir um homem da ciência, como o Prof. Alfredo Barbosa Henriques, dizer, humildemente, que na abordagem para a compreensão do Universo "temos ainda mais problemas do que soluções" ! É isto que admiro e gosto na ciência e nos verdadeiros homens da ciência: a não presunção de que sabem tudo ou que dominam o conhecimento total sobre tudo.
(...)
Acho que foi num dia em que chegou tarde para jantar e não sabíamos muito bem onde andava... nunca sabemos muito o que faz, o que pensa, por onde anda. De vez em quando descobrimos...
É isto que eu (também) admiro.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
CBS - Cork Block Shelter
Um projecto de design português foi seleccionado como finalista num concurso pelo Guggenheim de Nova Iorque.
Chama-se "CBS - Cork Block Shelter" e é feito de cortiça.
Votem nele e divulguem:
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Lavoisier
Houve tempos em que o rio numa janela se deitava.
E tempos em que uma carta era só um papel e, afinal, valia uma vida.
Houve tempos em que a Ursa dormia espantada em noites de Lua Cheia.
Outros, ainda, em que Bob Dylan ditava a cadência de dois pequenos corações.
Houve tempos de ir ao encontro, houve tempos de desencontros.
Gota a gota, tudo se vai...
Nem sei se sei onde se perde. Ou mesmo se se perde... Só sei que nunca sei em que se transforma. A minha Vida não é ciência e no meu banco não se senta Lavoisier.
Tenho-me sentado numa rocha. Hoje vou levantar-me. Nem que seja só por um bocadinho.
Este texto é um draft confuso
E tempos em que uma carta era só um papel e, afinal, valia uma vida.
Houve tempos em que a Ursa dormia espantada em noites de Lua Cheia.
Outros, ainda, em que Bob Dylan ditava a cadência de dois pequenos corações.
Houve tempos de ir ao encontro, houve tempos de desencontros.
Gota a gota, tudo se vai...
Nem sei se sei onde se perde. Ou mesmo se se perde... Só sei que nunca sei em que se transforma. A minha Vida não é ciência e no meu banco não se senta Lavoisier.
Tenho-me sentado numa rocha. Hoje vou levantar-me. Nem que seja só por um bocadinho.
Este texto é um draft confuso
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Tenho um aperto no coração
Um dia acordas e é verdade...
Sim, eu sabia que ia ser assim, não me estou a lamentar, nem tão pouco a queixar...
Posso só chorar um bocadinho? Para lavar a alma?
Sim, eu sabia que ia ser assim, não me estou a lamentar, nem tão pouco a queixar...
Posso só chorar um bocadinho? Para lavar a alma?
sábado, 20 de junho de 2009
From me to you
From: me
To: you
Date: Sat, 20 Jun 2009 03:00:22 +0100
Subject: Noite de Verão
Tenho sono, claro que tenho
Mas o corpo teima em não deixar-se dormir
Está calor
Não sopra uma brisa
Pela janela do quarto aberta entram vozes de gente feliz
Tenho sono, claro que tenho
Mas o corpo teima em não deixar-se dormir...
Patricia Brito Henriques
Response Mgmt @ Windows Mobile
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To: you
Date: Sat, 20 Jun 2009 03:00:22 +0100
Subject: Noite de Verão
Tenho sono, claro que tenho
Mas o corpo teima em não deixar-se dormir
Está calor
Não sopra uma brisa
Pela janela do quarto aberta entram vozes de gente feliz
Tenho sono, claro que tenho
Mas o corpo teima em não deixar-se dormir...
Patricia Brito Henriques
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domingo, 31 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Ironia no seu melhor (esta é da Concas)
90 pessoas apanham a gripe Suína e toda a gente quer usar uma máscara. Um milhão de pessoas tem SIDA e ninguém quer usar um preservativo!!!!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Sexta-feira...
Lembram-se quando havia Sexta-feira? Então porque hoje é Quinta... venha a Sexta-feira da Pesca!
Sábado, como de costume, levantei-me cedo, coloquei os meus agasalhos, vesti-me silenciosamente, tomei o meu café e até passeei com o cão.
Em seguida, fui até a garagem e engatei o barco de pesca no meu 4x4.
De repente, começou a chover torrencialmente. Havia até neve misturada com a chuva, ventos a mais de 80 km/h. Liguei o rádio e ouvi que o tempo seria chuvoso durante todo aquele dia.
Voltei imediatamente para casa, silenciosamente tirei a roupa e deslizei rapidamente para debaixo dos cobertores. Afaguei as costas da minha mulher suavemente e sussurrei: O tempo lá fora está terrível!
Ela, ainda meio adormecida, respondeu: Acreditas que o cabrão do meu marido foi pescar com este tempo?
Sábado, como de costume, levantei-me cedo, coloquei os meus agasalhos, vesti-me silenciosamente, tomei o meu café e até passeei com o cão.
Em seguida, fui até a garagem e engatei o barco de pesca no meu 4x4.
De repente, começou a chover torrencialmente. Havia até neve misturada com a chuva, ventos a mais de 80 km/h. Liguei o rádio e ouvi que o tempo seria chuvoso durante todo aquele dia.
Voltei imediatamente para casa, silenciosamente tirei a roupa e deslizei rapidamente para debaixo dos cobertores. Afaguei as costas da minha mulher suavemente e sussurrei: O tempo lá fora está terrível!
Ela, ainda meio adormecida, respondeu: Acreditas que o cabrão do meu marido foi pescar com este tempo?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Quand elle rit aux éclats
Elle se déhanche, s'avance, se penche
Rousse, provocante, elle te mate, elle te vampe
Toi, tu sais déjà, qu'il n'y aura plus qu'elle
Son corps, sa voix qui t'ensorcellent
Tu ne vois pas qu'elle t'épie, qu'elle te guette
Quand, avec d'autres, elle rit aux éclats
Fatale, elle se pâme, t'alarme, te d‚sarme
S'appuie sur ton épaule, s'accroche à tes paroles
Toi, tu crois déjà qu'elle chancelle et chavire
Quand, alanguie, elle frémit et soupire
Tu n'est comprends pas qu'elle est
de celles qui charment
Avec leur corps et sans leur âme
Elle se déhanche, s'avance, se penche
Frivole, elle papilonne,
se pose et puis s'envole
Toi, tu sens déjà ton coeur qui se l‚zarde
Tu donnerais tout pour qu'elle s'attarde
Tu n'imagines pas q'elle l'épie,
qu'elle le guette
Quand, avec toi, elle rit aux éclats
Tu ne vois pas le piège
qui fera voler ton coeur aux éclats
© Vaya con dios - Quand elle rit aux éclats
Rousse, provocante, elle te mate, elle te vampe
Toi, tu sais déjà, qu'il n'y aura plus qu'elle
Son corps, sa voix qui t'ensorcellent
Tu ne vois pas qu'elle t'épie, qu'elle te guette
Quand, avec d'autres, elle rit aux éclats
Fatale, elle se pâme, t'alarme, te d‚sarme
S'appuie sur ton épaule, s'accroche à tes paroles
Toi, tu crois déjà qu'elle chancelle et chavire
Quand, alanguie, elle frémit et soupire
Tu n'est comprends pas qu'elle est
de celles qui charment
Avec leur corps et sans leur âme
Elle se déhanche, s'avance, se penche
Frivole, elle papilonne,
se pose et puis s'envole
Toi, tu sens déjà ton coeur qui se l‚zarde
Tu donnerais tout pour qu'elle s'attarde
Tu n'imagines pas q'elle l'épie,
qu'elle le guette
Quand, avec toi, elle rit aux éclats
Tu ne vois pas le piège
qui fera voler ton coeur aux éclats
© Vaya con dios - Quand elle rit aux éclats
terça-feira, 17 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Domingo
Vim ver, alguns voltaram.
5 comments:
Art&Tal disse...
...ontem em conversa com alguem a proposito de locais de nascimentolembrei-me de tifoi muito bom voltar a encontrar-te
02:26
...ontem em conversa com alguem a proposito de locais de nascimentolembrei-me de tifoi muito bom voltar a encontrar-te
02:26
Mauro disse...
Vejo que a tua maré continua a dar à costa. As minhas marés contiuam a seguir o ciclo dos meses mas mais lentas, como se tivessem medo de acordar o vizinho de baixo com o som dos sapatos no chão de madeira. Um beijo, tinha saudades tuas.
11:30
Vejo que a tua maré continua a dar à costa. As minhas marés contiuam a seguir o ciclo dos meses mas mais lentas, como se tivessem medo de acordar o vizinho de baixo com o som dos sapatos no chão de madeira. Um beijo, tinha saudades tuas.
11:30
E tu estavas cá.
Contente
Hoje o dia nasceu na minha varanda às 6h enquanto fazia mini-jardinagem.
Cabanas, quero cabanas. Cabanas que me abriguem, que façam o tempo parar. Brancos, lençóis brancos.
Sempre brancos, cada vez mais brancos...
Brancos...
Está SOL e já o dia acaba...
Vale a pena ver?
Vejo-te a ti
Então só tu podes saber se vale mesmo a pena.
Adormeci cedo, dormi bem, acordei feliz. Mais logo talvez faça a sesta... Gostei de ver o dia acordar comigo. Para mim, para a terra e para os vasos. Laranja, castanho, verde...
Cabanas, quero cabanas. Cabanas que me abriguem, que façam o tempo parar. Brancos, lençóis brancos.
Sempre brancos, cada vez mais brancos...
Brancos...
Cabanas e sol, brancos... lençóis brancos. Almofadas. Cabanas de lençóis brancos, sempre brancos. Para sempre brancos...
Está SOL e já o dia acaba...
Um céu de incêndio... como se o sol fosse crescer, crescer, crescer... até nos engolir a todos.
Vale a pena ver?
Acho que depende sempre dos olhos que temos cá dentro. O que vêem os teus quando os fechas?
Vejo-te a ti
Então só tu podes saber se vale mesmo a pena.
A caminho...
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