sexta-feira, 8 de julho de 2005

E a cor dos teus olhos verdes...

... é tão azul como o Mar onde navego. E navego perdida de amores por alguém que lá me espera, e lá me levará para o fundo do fundo do mais azul profundo. Reza a minha história que alguém me aguarda por lá, onde a areia é dourada e o Mar infinito, e um dia entrarei onda adentro para não mais voltar.

6 comentários:

Anónimo disse...

Tantas vezes apetece naufragar no mar que existe nos olhos!...

Um beijo

Anónimo disse...

Ía Cesário Verde caminhando pela rua quando, no passeio contrário, avista um amigo.
Diz-lhe este:
- Olá, ó Cesário Azul!
Responde o poeta:
- Olá, ó troca-tintas!
Porque será que me lembrei desta história?
eh eh eh
Jinhos

Anónimo disse...

Mas não esqueças as praias de areia morena que sentirão falta das tuas pegadas.

Anónimo disse...

...achei curioso o teu comentário lá na clave...e fez-me lembrar o poema de Jorge Palma "Estrela do mar"...volta sempre...

Tem um bom domingo.

Bjos.

Anónimo disse...

Já lá vão uns tempos desde o seu comentário... mas sem dúvida que tem razão... De qualquer das formas, já está resolvido. E olhos-nos-olhos. Sem tecnologias pelo meio. :)

Obrigada.

Um beijo.

Anónimo disse...

Entrarás... mas deixarás sempre o teu rasto na praia... porque és... maresia!