quarta-feira, 26 de junho de 2013

o sono

um dia, sem que ela o houvesse alguma vez imaginado, perdeu a paz do seu sono e conheceu a angústia dos que não dormem fechados nos seus próprios pesadelos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Perdi os Meus Fantásticos Castelos

Perdi meus fantásticos castelos
 Como névoa distante que se esfuma...
 Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
 Quebrei as minhas lanças uma a uma!

 Perdi minhas galeras entre os gelos
 Que se afundaram sobre um mar de bruma...
- Tantos escolhos! Quem podia vê-los? –
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma!

 Perdi a minha taça, o meu anel,
 A minha cota de aço, o meu corcel,
 Perdi meu elmo de ouro e pedrarias...

 Sobem-me aos lábios súplicas estranhas...
 Sobre o meu coração pesam montanhas...
 Olho assombrada as minhas mãos vazias...

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"

e o rio secou

já não tenho lágrimas, só um vazio que rasga, parte e dói. o rio secou.

Adeus

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos.
Era no tempo em que o teu corpo era um aquário.
Era no tempo em que os meus olhos
eram os tais peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade:
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus

Eugénio de Andrade

sábado, 8 de junho de 2013

sábado, 1 de junho de 2013

às vezes apetece deixar a vida passar, não ver, não fazer, não acontecer, não sentir, não viver

a dúvida

já não sei se tenho sono se vontade de desistir

quinta-feira, 16 de maio de 2013

As palavras dadas aos outros

já muitas vezes falei aqui das palavras que se tornam do outro quando largadas ao vento. há sempre uma história por trás das palavras que contam as histórias que construo de palavras, palavras que são do outro mal as solto. há mesmo histórias que já nem são minhas de todo. acho mesmo que por vezes me esqueço da história das histórias que escrevo. e por isso qualquer história serve a história que é lida. E cada história visitada um dia pode ser uma nova história vivida no imaginário do outro. As palavras já não são minhas, nem as quero. são vossas, vivam-nas, façam delas histórias que vos agradem. a Ursa será sempre a Ursa, mas isso só nós sabemos. o resto.... o resto são histórias em aberto.

KM 5

200 metros para o lado

terça-feira, 14 de maio de 2013

insónia.desconstrução

o caminho ao contrário
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10151930944243065&id=720828064&_rdr

insónia

parada.dormir requer uma Paz que agora não tenho.levantar cedo.correr caminho.cansada.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

domingo, 12 de maio de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

diz-que-disse para ti também, whatever...

há o diz-que-disse
e depois há o sabe-que-sabe,
os dois são jogos tristes
[e estupidamente perigosos]
eu sei que sabes que ele sabe que tu sabes que eu sei,
entre outras variantes
o diz-que-disse evito
o sabe-que-sabe queria evitar
mas já não sei mais como

segunda-feira, 6 de maio de 2013

domingo, 5 de maio de 2013

odeio odeio odeio

odeio gente fraca
pior do que os beijinhos nos blogs, só mesmo gente fraca

sábado, 4 de maio de 2013

as perguntas ao contrário

às vezes, nem sequer se trata do que aconteceu; não sei se não sabemos como ou se não queremos tentar perceber o que não aconteceu.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

quinta-feira, 18 de abril de 2013

boa noite

às vezes dormir mais é só uma forma de viver menos

quarta-feira, 10 de abril de 2013

em segredo

e quem sabe talvez poder escrever assim no silêncio escuro do escondido...

terça-feira, 9 de abril de 2013

sem título

E se o passado fosse opção? Voltar, talvez. Ou não.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Janela para dentro

De frente para o mundo e o mundo morreu.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Um dia passa a vontade de escrever

E não sabemos se um dia saberemos reconhecer a vontade de re-escrever.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Lembram-se do "para sempre"?

Há para sempres que agora são muito mais reais.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Tudo, pouco ou nada

Quando não se tem nada, não se perde nada. Não se ganha nada, mas também não se espera nada. Quando se tem metade de alguma coisa, anseia-se a outra metade a toda a hora. Depois, perde-se o ar e é preciso saber nada esperar para poder voltar a respirar.

Já volto para reconstruir esta frase, agora tenho falta de ar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

sempre

Às vezes o mundo não devia mudar, parava de girar e nós ficávamos ali...

Para sempre

sábado, 19 de junho de 2010

A Mariposa

O meu Amor

Quando sobre mim voa

Como a Mariposa

Me sobrevoa

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O passado é que nos define...

Anónimo disse...

Eu ainda venho aqui. O passado é que nos define... Eu gosto do passado.

Kiss for you, see you soon.

ASD
02:10


Eu também gosto do passado, sobretudo quando ele volta em forma de presente, nem que por um minuto apenas seja.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

It's never too late...

Walk in the rain, jump in mud puddles, collect rocks, rainbows and roses, smell flowers, blow bubbles, stop along the way, build sandcastles, say hello to everyone, go barefoot, go on adventures, act silly, fly kites, have a merry heart, talk with animals, sing in the shower, read childrens' books, take bubble baths, get new sneakers, hold hands and hug and kiss, dance, laugh and cry for the health of it, wonder and wander around, feel happy and precious and innocent, feel scared, feel sad, feel mad, give up worry and guilt and shame, say yes, say no, say the magic words, ask lots of questions, ride bicycles, draw and paint, see things differently, fall down and get up again, look at the sky, watch the sun rise and sun set, watch clouds and name their shapes, watch the moon and stars come out, trust the universe, stay up late, climb trees, daydream, do nothing and do it very well, learn new stuff, be excited about everything, be a clown, enjoy having a body, listen to music, find out how things work, make up new rules, tell stories, save the world, make friends with the other kids on the block, and do anything else that brings more happiness, celebration, health, love, joy, creativity, pleasure, abundance, grace, self-esteem, courage, balance, spontaneity, passion, beauty, peace, relaxation, communication and life energy to... all living beings on this planet.

- Bruce Williamson, "It's Never Too Late To Have A Happy Childhood", 1987

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Os beijos

Já ninguém vem aqui.

Eu já não venho aqui... porque haveriam de vir os outros?

Mas hoje, ao passar os olhos pelo passado, soube que ainda era presente.

Não gosto dos beijos que me deixam os que aqui passam (passavam, quando eu passava também). Não gostava, não gosto e nunca gostarei.

Não gosto de sentir a cara lambida de beijos doces e amigos, saudosos e compreensíveis, beijos que se deixam em espaços de gentes que não conhecemos.

Saudai-Vos na Paz de Cristo
Saudai-Vos no ódio, saudai-Vos no amor.
Saudai-Vos, beijai-Vos, amai-Vos
Onde e quando quiserem
Mas não a mim, aqui.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

terça-feira, 30 de março de 2010

duchaise

- Quanto tempo já passou? Tempo de nós... não respondas! Passou o tempo de um duchaise.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

É o meu Pai...

http://ab-integro.blogspot.com/2009/10/o-universo-de-einstein.html

(...)

Depois, para além do mais, sabe-me bem ouvir um homem da ciência, como o Prof. Alfredo Barbosa Henriques, dizer, humildemente, que na abordagem para a compreensão do Universo "temos ainda mais problemas do que soluções" ! É isto que admiro e gosto na ciência e nos verdadeiros homens da ciência: a não presunção de que sabem tudo ou que dominam o conhecimento total sobre tudo.

(...)

Acho que foi num dia em que chegou tarde para jantar e não sabíamos muito bem onde andava... nunca sabemos muito o que faz, o que pensa, por onde anda. De vez em quando descobrimos...

É isto que eu (também) admiro.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

CBS - Cork Block Shelter

Um projecto de design português foi seleccionado como finalista num concurso pelo Guggenheim de Nova Iorque.
Chama-se "CBS - Cork Block Shelter" e é feito de cortiça.
Votem nele e divulguem:

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Afogou-se...


Estou triste, sim!
Estou triste que só eu sei!


e procuro uma caixinha


... ficou muito mortinho ...
o pelo estava a ficar tão bonito


e ainda ontem parecia um cãozinho de 2cm...




... foi dia de banho...



Com os manos (feios, todos feios!)


segunda-feira, 27 de julho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Lavoisier

Houve tempos em que o rio numa janela se deitava.
E tempos em que uma carta era só um papel e, afinal, valia uma vida.
Houve tempos em que a Ursa dormia espantada em noites de Lua Cheia.
Outros, ainda, em que Bob Dylan ditava a cadência de dois pequenos corações.
Houve tempos de ir ao encontro, houve tempos de desencontros.

Gota a gota, tudo se vai...

Nem sei se sei onde se perde. Ou mesmo se se perde... Só sei que nunca sei em que se transforma. A minha Vida não é ciência e no meu banco não se senta Lavoisier.

Tenho-me sentado numa rocha. Hoje vou levantar-me. Nem que seja só por um bocadinho.

Este texto é um draft confuso

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Tenho um aperto no coração

Um dia acordas e é verdade...

Sim, eu sabia que ia ser assim, não me estou a lamentar, nem tão pouco a queixar...

Posso só chorar um bocadinho? Para lavar a alma?

sábado, 20 de junho de 2009

From me to you

From: me
To: you
Date: Sat, 20 Jun 2009 03:00:22 +0100
Subject: Noite de Verão

Tenho sono, claro que tenho
Mas o corpo teima em não deixar-se dormir
Está calor
Não sopra uma brisa
Pela janela do quarto aberta entram vozes de gente feliz

Tenho sono, claro que tenho
Mas o corpo teima em não deixar-se dormir...

Patricia Brito Henriques
Response Mgmt @ Windows Mobile



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Try it!

domingo, 31 de maio de 2009

Quote of the day

Individually, we are one drop. Together, we are an ocean.

Ryunosuke Satoro

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Ironia no seu melhor (esta é da Concas)

90 pessoas apanham a gripe Suína e toda a gente quer usar uma máscara. Um milhão de pessoas tem SIDA e ninguém quer usar um preservativo!!!!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Sexta-feira...

Lembram-se quando havia Sexta-feira? Então porque hoje é Quinta... venha a Sexta-feira da Pesca!

Sábado, como de costume, levantei-me cedo, coloquei os meus agasalhos, vesti-me silenciosamente, tomei o meu café e até passeei com o cão.

Em seguida, fui até a garagem e engatei o barco de pesca no meu 4x4.

De repente, começou a chover torrencialmente. Havia até neve misturada com a chuva, ventos a mais de 80 km/h. Liguei o rádio e ouvi que o tempo seria chuvoso durante todo aquele dia.

Voltei imediatamente para casa, silenciosamente tirei a roupa e deslizei rapidamente para debaixo dos cobertores. Afaguei as costas da minha mulher suavemente e sussurrei: O tempo lá fora está terrível!

Ela, ainda meio adormecida, respondeu: Acreditas que o cabrão do meu marido foi pescar com este tempo?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Falem-me de aviões...

Esta sim, é a mulher com o melhor físico do Mundo!!!


domingo, 22 de março de 2009

Quand elle rit aux éclats

Elle se déhanche, s'avance, se penche
Rousse, provocante, elle te mate, elle te vampe
Toi, tu sais déjà, qu'il n'y aura plus qu'elle
Son corps, sa voix qui t'ensorcellent
Tu ne vois pas qu'elle t'épie, qu'elle te guette
Quand, avec d'autres, elle rit aux éclats

Fatale, elle se pâme, t'alarme, te d‚sarme
S'appuie sur ton épaule, s'accroche à tes paroles
Toi, tu crois déjà qu'elle chancelle et chavire
Quand, alanguie, elle frémit et soupire
Tu n'est comprends pas qu'elle est
de celles qui charment
Avec leur corps et sans leur âme

Elle se déhanche, s'avance, se penche
Frivole, elle papilonne,
se pose et puis s'envole
Toi, tu sens déjà ton coeur qui se l‚zarde
Tu donnerais tout pour qu'elle s'attarde
Tu n'imagines pas q'elle l'épie,
qu'elle le guette
Quand, avec toi, elle rit aux éclats

Tu ne vois pas le piège
qui fera voler ton coeur aux éclats


© Vaya con dios - Quand elle rit aux éclats

terça-feira, 17 de março de 2009

domingo, 15 de março de 2009

Domingo

Vim ver, alguns voltaram.

5 comments:
Su disse...
hoje andei por aqui.........acordei mais cedo:)jocas maradas.sempre
22:24
Art&Tal disse...
...ontem em conversa com alguem a proposito de locais de nascimentolembrei-me de tifoi muito bom voltar a encontrar-te
02:26


observatory disse...
os meus novos blogs sem bolas
02:28

Mauro disse...
Vejo que a tua maré continua a dar à costa. As minhas marés contiuam a seguir o ciclo dos meses mas mais lentas, como se tivessem medo de acordar o vizinho de baixo com o som dos sapatos no chão de madeira. Um beijo, tinha saudades tuas.
11:30

E tu estavas cá.
Anónimo disse...
Temos de ver o amanhecer mais vezes, juntos...bjs
17:45

Contente

Hoje o dia nasceu na minha varanda às 6h enquanto fazia mini-jardinagem.

Adormeci cedo, dormi bem, acordei feliz. Mais logo talvez faça a sesta... Gostei de ver o dia acordar comigo. Para mim, para a terra e para os vasos. Laranja, castanho, verde...

Cabanas, quero cabanas. Cabanas que me abriguem, que façam o tempo parar. Brancos, lençóis brancos.

Sempre brancos, cada vez mais brancos...

Brancos...

Cabanas e sol, brancos... lençóis brancos. Almofadas. Cabanas de lençóis brancos, sempre brancos. Para sempre brancos...

Está SOL e já o dia acaba...

Um céu de incêndio... como se o sol fosse crescer, crescer, crescer... até nos engolir a todos.

Vale a pena ver?

Acho que depende sempre dos olhos que temos cá dentro. O que vêem os teus quando os fechas?

Vejo-te a ti

Então só tu podes saber se vale mesmo a pena.

A caminho...

sábado, 14 de março de 2009

Sábado

Estiquei-me, adormeci
Falhei vestidos
Acordei às 13:00
Almocei e estudei com a Princesa

Parei


... pensei em ti e vim procurar-te


offline
... um amanhecer... não se pode ter tudo.

O passeio

Hoje fui visitar velhos amigos, velhos conhecidos, velhos escrevidores de histórias, velhos comentadores. Uns ainda vivem por aqui, outros não. Alguns não percebi.



Dou-te 13

  1. Dia
  2. Lua
  3. Azul
  4. Vida
  5. Amor
  6. Relógio
  7. Morte
  8. Perfume
  9. Veneno
  10. Beijo
  11. Cheiro
  12. Onda
  13. Sorte

Consegues devolver-me o pensamento?

segunda-feira, 9 de março de 2009

So lost...

The future is an unknown, but a somewhat predictable unknown. To look to the future we must first look back upon the past. That is where the seeds of the future were planted. I never think of the future. It comes soon enough.

Albert Einstein @ Interview, 1930

Here comes the sun

I said:
- Pensavas que te safavas?

You said:
- nao sei - tinha medo de ser o ciclo - mas eu vou estar sempre por perto

You said:
- vou ajudar-te qd nao souberes o que fazer com as maos na velhice lembraste

I said:
- Desculpa - Tu não és um ciclo - Quer dizer, também és

You said:
- ainda bem - sim - eu sei

I said:
- Mas não um assim tão antigo que eu queira arrumar no fundo de uma gaveta - Tudo são ciclos - Mas não falaria assim de fechar um ciclo contigo se tu fosses esse ciclo - Ok?

You said:
- sim

I said:
- Quando eu falar de alguma coisa que está mal ou bem e que me incomoda mas não disser o que é, significa que não és tu

You said:
- ok

I said:
- Faz parte do manual

You said:
- mas eu vou segurar-te as maos na velhice se precisares

I said:
- Não é na velhice

You said:
- em qq altura? - tambem - claro

I said:
- É no dia em que eu estiver em frente a ti sem saber onde as pôr

You said:
- sim

I said:
- É esse o
significado - Quando eu estiver em frente a ti e já não perceber o que tu pensas

You said:
- podes ter a certeza disso

I said:
- Ou o que tu sentes ali à minha frente


I said:
- Isto sim, dá um post

You said:
- dá - eu fico todo contente qd vejo um post sobre nós - pareço um puto

I said:
- Este vai dar um muito bonito

You said:
- aquele das rochas - é lindo

I said:
- nem vou precisar de reescrever nada

You said:
-
http://www.youtube.com/watch?v=sUS49XSN6Zs&feature=related - here comes the (#)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Outra vez (sim, é para ti)

E rio na noite, enquanto saltito entre rochas,
E me agarras,
E me beijas.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Inquietude

Será que um dia também vamos ser assim?

A ti, relendo-me

maresia disse...

nem todas estas relações são sem olhos... seja como for, adoro pensar que sofro de esquizofrenia, autismo, paranóias, reflexos incondicionados, que tenho múltiplas personalidades, que vou envelhecer maluca à deriva nos mares, que não distingo o sonho da realidade, que caminho pela noite sonâmbula, que há uma parte de mim que me é completamente incontrolável....

12:57
  • E um dia já não me apeteceu mais sonhar.
  • Que fizeste?
  • Acordei...
  • Só isso?
  • Sim.
  • Sonhar é bom...
  • Sim, sonhar é bom.
  • Então?

[silêncio]

  • Acordar é que pode doer.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Solidão

  • E chega um dia e toda a gente tem coisas mais importantes para fazer do que estar contigo
  • Sim, eu sei... chama-se solidão

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Um dia feliz




Trancinhas

  • Olha...
  • Sim?
  • Fazes-me trancinhas para eu adormecer?

domingo, 18 de janeiro de 2009

Ouve as roncas

Ouves as roncas, ao fundo, no Mar? O nevoeiro tomou conta do mundo à nossa volta. Em dias assim só me apetece ser pequenininha, para que ninguém me encontre escondida entre os cobertores.

... e talvez alguns escritos

A única coisa que produzo hoje é CO2

sábado, 17 de janeiro de 2009

No escuro, procuro...

Já é amanhã?


Não
So daqui a meia hora.

Deixa-me acariciar o teu cabelo

O meu cabelo? É "revolto como o mar". No fundo, acho que é a única coisas verdadeiramente revolta e rebelde em mim. Não passo de uma Princesinha frágil, de galochas, que gosta de levar com o vento forte na cara e sobreviver às vagas. Sinto a falta de saltar de nenúfar em nenúfar, levezinha, até de beijar sapos, não querer saber.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O espelho

Primeiro parecia que te sentia todo tremer
E tive medo
Depois levaste-me
E eu esqueci tudo o resto
O tempo desapareceu
Não sei se foi muito, se foi pouco
Nem sequer sei se parou

Agora?
Agora é tarde e o corpo não dorme
Não fui falar com nenhum espelho
Fiquei de olhos fechados a ver se via
A ver se te via
A ver se me via
Se nos via
Mas só ouço
Ouço a música ao longe
A mesma música
Que já não toca, mas existe.

De que tenho medo?
Talvez da verdade
Da verdade que levas

Contigo

Quando fechas a porta

Do mundo lá fora
Que é o teu.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Oração das Mulheres Resolvidas (diria das M.O.R.E)

Que o mar vire cerveja e os homens aperitivo,
Que a fonte nunca seque,
E que a nossa sogra nunca se chame Esperança,
Porque Esperança é a última que morre...

Que os nossos homens nunca morram viúvos
E que os nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas!
Que Deus abençoe os homens bonitos,
E os feios se tiver tempo...

Deus...
Eu vos peço sabedoria para entender um homem,
Amor para perdoá-lo e paciência pelos seus actos,
Porque Deus, se eu pedir força,
Eu bato-lhe até matá-lo.

Um brinde...
Aos que temos,
Aos que tivemos e aos que teremos.

Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,
Aos trouxas que nos perderam,
E aos sortudos que ainda vão conhecer-nos!

Que sempre sobre,
Que nunca nos falte,
E que a gente dê conta de todos!

Amén

P.S. Os homens são como um bom vinho: todos começam como uvas e é dever da mulher pisá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia para o jantar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Sexta-feira do chulé!!

Não percebi... o gajo cheira mal dos pés?

domingo, 7 de setembro de 2008

Tribunal de Menores já maiores

Sexta-feira voltei a Tribunal. Defender uma causa que passou a ser minha. Passou tanto tempo e tão pouco ainda assim. Foi ontem? Foi horrível, tornou-se intemporal.

Dou a mão ao Palma(tória)

Disseste que vinhas
Mas nao vieste
Mudaste de ideias
Está bem
...
........
.............
Estou triste que só eu sei...

sábado, 6 de setembro de 2008

Godot

Descobri que tinha crescido numa tarde de fim de Verão quando fui capaz de responder em voz alta, a mim e aos outros "Fim-de-semana perfeito? - em casa, descalça, sem tomar banho, apareça alguém, se quiser". Descobri que já não tinha pressa. Que tinha o tempo todo de mim. Já não precisava de ver mais, sair mais, conhecer mais, descobrir mais - hoje. Haveria sempre amanhã. Ou ontem. Que, no fundo, seria a mesma coisa não fora alguém ter decidido que os ponteiros de todos os relógios giravam para esse lado. Sim, ide. Há terras novas, gentes novas, ideias novas. Eu fico aqui. Sem pressas, sem medos. Fico nem que seja apenas e estupidamente à espera de Godot.

Saudade

Patrícia: "Por onde começar?"

Cada vez que me sento aqui a ler e reler estas histórias vêm-me à cabeça milhares de imagens hilariantes, pequenas histórias a que muitos de nós já tiveram o prazer de assistir e, tenho a certeza, guardam também outro milhar dentro de si.

Quem já não assistiu a uma daquelas cenas surreais em que o Almirante pelas 8 da manhã em plena Berlenga, pincel na mão, estrabuja que nem um possuído porque alguém se encostou a um canto refundido de uma qualquer parede inimaginável que o dito Senhor tinha acabado de pintar?! Tenha dó, são 8 da manhã! Deixe-me lá ir tomar o pequeno-almoço e já lhe dou atenção! Vá, cala-se, sente-se e beba o chazinho de limão que lhe preparei e as tostas bem tostadas que a Santa Senhora que o atura, sinceramente não sei como, acabou de tirar do forno! IRRA!!!

Ou quando saímos para um pacato passeio pelo rio e mal deitamos os nossos costados no convés do navio o homem espeta-nos com mil e uma tarefas inadiáveis, inimagináveis e infugíveis porque já vamos a meio rio! (camelo do homem é esperto, olha agora como é que eu me safo?!). Ora pinta aqui, ora pendura-te no mastro, ora tu que tens um belo corpinho ajuda aqui a carregar este saco de 10 toneladas de cabos velhos, manilhas ferrugentas e restos de silicone seca que nunca se sabe não precisaremos um dia! E põe e caça e carrega e esfrega e iça e arria… eu arriava-te era já uma paulada! Então não era só uma descidazinha Tejo abaixo? Eu até trouxe uns bolinhos e umas cerejas… Enfim…

Lembro-me aqui há 4 ou 5 anos (terá passado assim tanto tempo???), no Moinho! D. CarMãe Andrade e Silva, naqueles tempos mais conhecido por Senhora Mariazinha, coitada… tal não era a trabalheira, de joelhos no chão de pedra, esfregão verde e Sonasol, tentava fazer brilhar mais que o Sol um toldo de riscas (azuis?). Patricia eu própria e mesma, naqueles tempos mais conhecida por… seria Catripácia? Sob as ordens do malvado, depois de já ter varrido sete sacos de folhas, tentava cimentar uma coisa qualquer que no final deveria parecer-se com uma escada. Filha Sofia… deveria estar a ser torturada noutro lado qualquer, ah que não me lembro agora! Eh pah, qu’a coisa assim está muito calma! O que nós precisávamos mesmo agora era de abater uns Eucaliptos. Confesso que por milésimos de segundos, ainda pensei que, ou tinha ouvido mal ou o Senhor queria dizer outra coisa qualquer, coisas da idade, baralhou-se entre os pensamentos e as palavras. Mas ainda eu não tinha dado a última paulada no cimento do qualquer-coisa-parecida-com-um-degrau quando ouço gritar da casinha dos fundos “Oh Espanhola, ajuda-me aqui a levar a moto-serra ali para trás da cabana!”. Eu nem vou entrar em muitos pormenores mas penso que vi a nossa Senhora Mariazinha agarrada a um cabo, arrastada pelo eucalipto que não caiu na cabeça da Catripácia (eu, portanto) porque antes se enfaixou no eucalipto da frente que não era suposto cair! Isto, enquanto o Almirante desdizia as indicações que a filha Sofia, em aparente calma e serenidade, ia tentando dar para ver se ninguém morria! Uuuf!

Ainda hoje me pergunto porque é que eu, uma rapariga que dizem minimamente inteligente, continuo a aceitar passar “uns diazinhos calmos” com este homem!

Aaaaahhhhhhhh TEZINHO TU TIRAS-ME DO SÉRIO!!! É caso para dizer “’tás maluuuucaaaa oh quê?!”

Enviado por Trapicia, a Marinheira Espanhola :)

http://historiasdoalmirante.blogspot.com/2008/05/leituras.html
http://historiasdoalmirante.blogspot.com/2008/05/setembro-de-2007-previlgios.html
http://historiasdoalmirante.blogspot.com/2008/05/patricia-setembro-2007-ainda.html

História do Almirante pelo próprio
CARTAS DE SINGAPURA

Cartas trocadas entre o Salvador filho do Baxi e o Pai Almirante:

Do Salvador para o Tio Té :
Saturday, 23rd February, 2008.

Dear Tio Té,
Hello! How is Portugal? Our family has finally moved back to Singapore. Mateus and I have been doing great. We are now in Singapore American School. My brother is in Grade 1 e I´m in Grade 5.

I am writing to you for a Social Studies assignment that my Social Studies teacher, Mrs. Riemer, gave to us. I have been told to gather information on your history, immigration stories and some interesting facts about you. Would you mind answering the questions below?

Firstly, I´d like some information about your history. I've always wondered what it was like living in Macau during World War II. Did the Japonese occupy the island? Did you see the gunshots and hear the airplanes? What was life like during this time? Next, I'd like to know where you lived or migrated to? Could you give me as much information as possible?

Secondly, I'd like some information about your immigration stories. Could you tell me where you moved to. How did you feel during these moves?

Lastly, I'd like some interesting facts about you. Could you give me as much as possible when you reply?

Also, I'd like to tell you about my school. It is the largest in Singapore. There are 22 kids in my class and it is really fun. My real teacher´name is Mr. Carroll. He is very nice.

Thank you for all your participation.
Yours sincerely,
Salvador Norton de Matos

Do Tio Té para o Salvador :

27 Mar 2008

Dear Salvador,

I was born in Faial, Açores, in 1931 and there the family remained for a couple of years.

These islands are volcanic, so the earliest memory that I have is to fall from a chair during an earthquake!!! As well, once I broke my head but at the same time whales appeared and everybody became terribly excited. In those days, it was a way of life to catch them and it happened that the doctor of the place where we were living owned a fishing whales boat, so he was not available. So, it was the pharmacist who acted as a doctor…and treated me. Well, I must say…

From Faial we went to Figueira da Foz where my mother was from, while my father , as a naval officer, embarked in as overseas voyage. When he returned, he was given the command of a warship based in the harbour of Oporto, in the north of Portugal and afterwards he was sent to Peniche as Harbour Master. He remained there for about 3 years and began going on holidays to the island of Berlenga, same 7 miles west of Peniche. We still go there for a month or more a year, on our days.

It was from Peniche that we went to Macau, by steamship. At least once, we crossed a mined camp, fortunately without bad results!

We remained in Macau until the end of The II World War.

After the fall of Hong Kong, (and from Macau we saw and heard the bombardments), the city remained surrounded by Japanese and Chinese generals, “warlords”.

For several times Macau had been very near to be conquered or by the Japanese or by the Chinese. We were always prepared with a small bag to carry with us with a bare minimum in our escape to the house of a Chinese, friend of my father. In my belongings I always included a nail scissors… when permission was received, from this gentleman, to get out (because by then everything would be calm again) we had severe orders not to forget to bow to the Japonese sentries. These soldiers represented the Emperor, who was God to them. If one person did not bow to them, was not bowing to the Emperor and obviously was not bowing to God. The punishment was severe and final. Our heads would be cut off on the spot. Very efficient, the Japanese…

With the invasion of China by the Japanese Macau population augmented terribly. The available food was not enough, and about 150 people died every day, either by famine or disease. They would remain on the streets, where they had died, up to the moment when it was possible to go for them. It was a sad spectacle and we had to overrun the emotions caused, since we had to continue our way, not by car (since gas was not available) but on foot or by bicycle. Exceptionally a rickshaw was used.

As I have told you food was scarce and the meat in existence was from buffalo. However at a certain stage, real beef appeared. It was a Success. The only problem was the true provenance of this beef… it was discovered that the meat came from the dead bodies of the Chinese who died in the streets. Not very agreable…

One day, American airplanes crossed the skies, and that became routine. Big bombers

We thought that we had nothing to fear from American planes, because Portugal was neutral in the war. But the American discovered that Macau was about to trade some gas for rice, with the Japanese, and decided to bomb the place where they knew the gas was. And so they did. That afternoon, when all was over, I went to the site, that was navy (my father was the boss navy in Macau). But then aircraft carrier fighters planes returned and machine gunned and bombed again the area, where I was. I was 14 years old and I was really scared…

Afterwards the USA said that it had been a mistake and that they thought they were bombing Hong Kong!

Well, finally the war was over and we returned to Lisbon, by ship, in a 3 months voyage. Old days…

The family began living in Lisbon and in 1949 I joined the navy. About 1959 I became commander of mine sweeper. In one of these ships I went ot Berlenga Islands and passed between and close to two small inlets, an area that I knew perfectly well because I used to dive there for underwater hunting. My navigator was not in the bridge for some reason and when he appeared he almost had a heart attack!!!...

In 1962 I became Harbour Master of Peniche, already married to Tia Carmo. From here I went to Bissau, Portuguese Guiné, for a tour of duty as Naval Adviser to the Commander-in-Chief, because war was going on there. Returning to Lisbon, at a certain point I was made Commander of a frigate, a NATO frigate, and when that was over, a member of the NATO Command established in Lisbon. In 1975 I was sent to Cabinda, Angola, for one year. Since the place is mainly a dense forest, I almost had a chance of seing gorillas, but unfortunately I never saw one. Once I was in a place where gorillas had been just an hour ago…but that was all.

To be able to be promoted to Rear Admiral, I was sent to the USA, to the Naval Command College in Newport, not very far from Tye, where your father lived. I already lived one year in the West Coast of the United States, because I had been a crew member of a frigate that Portugal got from that country.

Promoted to Rear Admiral, I commanded the naval base in Lisbon and was 2nd Commander of the fleet.

As Vice-Admiral I was a fleet Commander and Commander-in-Chief of NATO IBERLANT area, and as Admiral (4 stars) I commanded the Portuguese Navy.

I must tell you that I had no problem changing addresses, and that I knew a lot of very different people meanwhile, of very different colour, and race, and some of them continue to be my friends up to now.

In 1952 I bought a 35 feet sailing boat, that I still own and sail with tia Carmo.. It is called “VADIO”. I also have smaller boats in Berlenga, for fishing and just for fun, that are used during the several weeks we spend there. So you may say that I am a real sailor… My mother´s family owned several codfish sailing ships. So I really belong to a nautical family!

Another story came to my mind. Once two mine-sweepers went from Lisbon to Toulon, France.The weather forecast was very bad for the waters east of Barcelona, Spain, and we were south of that city. I was commanding the 2nd ship. The senior commander asked my opinion by radio, about putting into harbor. Since the sea was calm and I was in a good mood, I replied that I did not see why should we put to Barcelona without really checking the weather to the east. So there we went, the weather became rough, night fell, very bad waves began punishing the ship. And again the senior commander asked what I thought we should do. I replied that, as far as I was concerned, I had ordered a bottle of hot water to be put in my bed and I was ready to go to sleep. But soon afterwards I surrended joking and we had a big problem turning the ships 180º… That officer never forgot this story.

After retiring I was charged by the Government to finish what I had begun as Chief of the Navy,that is to save the “D. Fernando II e Glória”, an old frigate from 1835 that was aground, almost lost and unrecoverable. There are only 4 of these ships in the world and “D. Fernando” is one of them. I did the job and was very happy with it, as the ship is a beauty, the last sailing warship in the Portuguese navy.And this is it, up to now.

Love from
Tio Té

domingo, 18 de maio de 2008

Atacando o bicho!

Não há bicho mau que dê conta de nós!
Arre homem, que outros mares já foram mais brandos!














quarta-feira, 23 de abril de 2008

Move on... where to?

FODA-SE! Hoje não...

Anónimo disse...

Guess who? G.M.

I've been in and out of favour with lady luck
I gotta tell you
I've seen things i never wanted to see

I've got to get back on my feet
I feel like i've been sleeping
Sweet, sweet time
Has been a real good friend of mine

Waiting for that change of season
Oh the winter's been so long
Searching for that rhyme or reason
You've just got to

Move on
Hold it together, move on
Life's so short, move on
Only time will set you free

You put your fears behind you
Better get yourself where you wanna be
I think of all the days and nights i spent crying
And i move on

I've been in and out of favour with love
Because i gotta tell you
I've been things i never wanted to be
And then some angel called me up
He told me i was sleeping
Said don't waste time
'Cos even angels say goodbye

Waiting for that change of season
Oh the winter's been so long
Searching for that rhyme or reason
You've just got to

Move on...

And oh, there goes another season
Getting hard to find a decent song to play
But oh, i guess i got my reasons
Everybody thinks i'm doing a.o.k
They ought to know by now

You put your tears behind you
Better get yourself where you wanna be
I think of all the days and nights i spent crying
Before my angel set me free

I'm gonna be lucky in love someday

Publicada por Anónimo em enquanto a onda não volta a 14:09

terça-feira, 25 de março de 2008

Reviver o passado

Enquanto ele ainda é presente... Descontinuaram a linha de Essências de Rosa na Body Shop... o que vai ser de mim e da Anaïs?

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Don't leave me this way... (like the song)

E o que fica sempre por dizer...

Por mais perguntas que me faças e mais respostas que me dês há sempre um nó em mim quando te deixo sem ti inteiro. Porque te deixo sem tudo me dizeres.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Didgeridoo

Porque o vento perguntou ao vento quanto vento demoraria... nunca mais te trouxe de volta... nem em noites de Ursa Cheia.








@ Wiki
The didgeridoo (or didjeridu) is a wind
instrument of the Indigenous Australians of northern Australia. It is sometimes described as a natural wooden trumpet or "drone pipe". Musicologists classify it as an aerophone.
A didgeridoo is usually cylindrical or conical in shape and can measure anywhere from 1,2 and 3
metres in length with most instruments measuring around 1.2 metres. Generally, the longer the instrument, the lower the pitch or key of the instrument. Keys from D to F♯ are the preferred pitch of traditional Aboriginal players.
There are no reliable sources stating the didgeridoo's exact age, though it is commonly claimed to be the world's oldest wind instrument. Archaeological studies of
rock art in Northern Australia suggests that the Aboriginal people of the Kakadu region of the Northern Territory have been using the didgeridoo for about 1500 years, based on the dating of paintings on cave walls and shelters from this period. A clear rock painting in Ginga Wardelirrhmeng from the freshwater period (1500 years ago until the present) shows a didjeridu player and two songmen (source: Journey in Time, George Chaloupka, p. 189).



Health benefits
A 2005 study, published in the British Medical Journal, found that learning and practicing the didgeridoo helped reduce snoring and sleep apnea, as well as daytime sleepiness [6]. This appears to work by strengthening muscles in the upper airway, thus reducing their tendency to collapse during sleep.

Receita: Bacalhau com Broa

Ingredientes: Mulher, bacalhau, espinafres, broa de milho, azeite, alho, cebola, batata e sal.

Modo de preparação: enfie a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta. Espere duas horas. Seja servido.

BOA SEMANA

domingo, 27 de janeiro de 2008

Alevantei-me............ porque era Domingo e 27, fui rir

Alevantar - acto de levantar com convicção, com o ar de a mim ninguém me come por parvo! Alevantei-me e fui-me embora!



Aspergic - medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.



Assentar - acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.



Capom - porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!



Destrocar - trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.



Disvorciada - mulher de quem se diz por aí que se vai divorciar.



É assim... - talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase. Muito utilizado por jornalistas e intelectuais.



Entropeçar - acto de tropeçar em algo.



Êros - moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.



Inclusiver - forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais, eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante Inclusivel.



Númaro - também com a vertente númbaro. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!



Parteleira - local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.


Stander - local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o stander de automóveis. O stander é um dos grandes clássicos do português da cromagem.


Tipo - juntamente com o É assim, faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?


Treuze - palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.

domingo, 30 de dezembro de 2007

ah!

... e rio-me ainda mais pensando nos que se riem não nos pensando rindo aqui...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

ps.

e sim, eu odeio o natal, escusam de deixar beijinhos e boas festas.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Verdades que se dizem por aí...

Os motéis são dos locais mais honestos do planeta.
alguém dixit

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

As time goes by...




Sexta-feira do Natal

Este ano não vai haver presépio!

Lamentamos mas...

- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental
- Os camelos estão no governo
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos
- A vaca está louca e não se segura nas patas
- O burro está na Escola Básica a dar aulas de substituição
- Nossa Senhora e São José foram chamados à Escola Básica para avaliar o burro
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico
- A ASAE fechou temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo, até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da UE .

The Life of...

Hope is itself a species of happiness, and, perhaps, the chief happiness which this world affords: but, like all other pleasures immoderately enjoyed, the excesses of hope must be expiated by pain; and expectations improperly indulged, must end in disappointment. If it be asked, what is the improper expectation which it is dangerous to indulge, experience will quickly answer, that it is such expectation as is dictated not by reason, but by desire; expectation raised, not by the common occurrences of life, but by the wants of the expectant; an expectation that requires the common course of things to be changed, and the general rules of action to be broken.

- Samuel Johnson, "J. Boswell "The Life of Samuel Johnson"", 1784

Ao meu Príncipe*

Mentir é feio, não é Patricia? Mas se toda a gente dissesse a verdade, este mundo seria um caos.

* Encantado, mais que encantado e que me encanta

sábado, 1 de dezembro de 2007

Tradition

Having a concern for tradition doesn't mean that you merely want to copy something that was done thirty years ago, but expand what you're doing today.

Spike Lee

domingo, 11 de novembro de 2007

Gosto de ti

... como gostaria do meu irmão se ele não fosse meu irmão. Gosto de ti, que queres?!

Caravelas em Agosto




Conseguem ver-nos reflectidos na Caravela?

A borda do Cabem Mais e nós espantados a olhar tão raro bicho!


Queres saber coisas demais...

Agora deu-te que precisas de compreender porque não me apaixono por ti. Se nos damos bem, rimos juntos, calamo-nos em sintonia. Apaixonar? Como poderia eu apaixonar-me por alguém que tem luvas de borracha para meter gasolina e sabe mais marcas de sapatos do que eu? Que sabe identificar um vestido Prada a milhas de distância? A coisa mais parecida com um vestido Prada que eu conhecia até há uns tempos atrás era o Prado e porque é Museu e fica numa cidade onde vivi. Queres saber coisas demais...

sábado, 10 de novembro de 2007

Hoje fizeste exactamente o mesmo... deste-me a volta enquanto eu sorria...

Sabes bem dar-me a volta... e eu gosto!
Sabe, afinal não quero as chuteiras de presente de anos...

Então?
O S. tem umas, ele empresta-me. As chuteiras são bué de caras, sabia? Bué mesmo!!
Claro, por isso comecei um mês antes a pensar nelas...
P'rái 150 euros.
Eu sei...
É muito dinheiro, não quero que gaste tanto comigo.
Como queiras, sabes que para mim é importante porque sei que precisas mesmo delas para os treinos.
Pois, mas eu não quero. São muito muito caras. Mas podemos ir ali à R.? Só num instante...
Vamos.
Quer ver quais são os ténis que estão mesmo na moda agora?
São bonitos...
Sim, clássicos. Gosto. Muita pausa, bem fixes...
Gostavas de ter estes, é?
Sim...
Pois... Andas a juntar dinheiro?
Ainda não.
Pois... Consegues aguentar até dia 15?
Eu aguento, os ténis é que não sei...
Então?
Estão muito na moda...
Ok, calça lá e levamos agora. Mas só os voltas a ver daqui a um mês!
Sim. (quase nem ouvi)

Tens esse sorriso matreiro... Não consigo não ceder. É verdade que estes são bem mais baratos... Não querias que eu gastasse muito, não é? Sorriso mais lindo! Agora vamos ver se eu me aguento...

de Quinta-feira, Maio 19, 2005
posted by maresia at
19:31

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Ontem, hoje e amanhã (como na canção)

Ontem era tudo tão mais fácil. Era ontem, simplesmente era... Se me arrependo? Não sei, isso é para amanhã.

"To Risk" by William Arthur Ward

To laugh is to risk appearing a fool,
To weep is to risk appearing sentimental
To reach out to another is to risk involvement,
To expose feelings is to risk exposing your true self
To place your ideas and dreams before a crowd is to risk their loss
To love is to risk not being loved in return,
To hope is to risk despair,
To try is to risk to failure.
But risks must be taken because the greatest hazard in life is to risk nothing.
The person who risks nothing, does nothing, has nothing is nothing.
He may avoid suffering and sorrow,
But he cannot learn, feel, change, grow or live.
Chained by his servitude he is a slave who has forfeited all freedom.
Only a person who risks is free.
The pessimist complains about the wind;
The optimist expects it to change;
And the realist adjusts the sails.


To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return, To love is to risk not being loved in return....

Oh, oh, you will be sorry for that word!

Oh, oh, you will be sorry for that word!
Give back my book and take my kiss instead.
Was it my enemy or my friend I heard,
"What a big book for such a little head!"
Come, I will show you now my newest hat,
And you may watch me purse my mouth and prink!
Oh, I shall love you still, and all of that.
I never again shall tell you what I think.
I shall be sweet and crafty, soft and sly;
You will not catch me reading any more:
I shall be called a wife to pattern by;
And some day when you knock and push the door,
Some sane day, not too bright and not too stormy,
I shall be gone, and you may whistle for me.

Edna St. Vincent Millay

As pessoas escrevem coisas esquisitas de formas esquisitas...

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Foi "ontem" e eras ainda tão menino...

27 Abril 2006

Vitória em vitória...
Hoje é um dia importante para o meu futebolista. Alcançou duas vitórias! Uma necessária, a outra deliciosa e complementar. Entrou finalmente para o Curso de informática, depois de muitos contra-tempos, e saiu de fábrica o DVD de música + vídeo que gravou na escola. Vai ser um nerd rapper!
posted by maresia at
19:24

4 Comments:
Piripiri said...
Estão os dois de parabens!
10:06

Daniel Aladiah said...
Querida Maresia

Com duas 'v'itórias temos um 'w'inner... :)
Felicidades para ele
Um beijoDaniel
18:19

storm said...
então parabéns!
01:18

JL said...
Então a uma vitória dessas saia um brinde se faz favor!

Tchim, tchim
Boa semana
17:42

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Uma mulher só trai por justa causa...

O marido chega a casa e encontra a mulher na cama com outro: 25 anos, porte atlético, bronzeado, cheio de energia e amor para dar... Tenta começar num berreiro desgarrado mas a mulher interrompe-o.

- Antes de começares a gritar, deverias ouvir como tudo isto aconteceu! Encontrei este jovem na
rua, maltrapilho, cansado e esfomeado. Com pena dele trouxe-o para casa. Servi-lhe o jantar que preparei para ti ontem. Como chegaste tarde e satisfeito com o petisco da cervejaria... não o comeste e eu guardei-o no frigorífico, lembras-te? Ele estava descalço, então lembrei-me de lhe dar aquele par de sapatos que, como foi a minha Mãe que te deu, nunca usaste. Ele estava com sede e eu servi-lhe aquele vinho que estava guardado para o tal Sábado que prometeste mas que nunca chega... pois, num dia é futebol, no outro o Poker, no outro as pescarias. Como tinha as calças velhas e rasgadas, dei-lhe aquele par de ganga quase novo, em perfeito estado, mas que não te servia. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho, fazer a barba, essas coisas... então dei-lhe aquela loção francesa, novinha, que nunca usaste porque dizes que é para maricas. Foi quando já estava se saída que me perguntou: desculpe senhora, não há mais nada a que seu marido não dê uso cá em casa? Vai de modos, nem respondi, dei logo!!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2007