NUNCA, MAS NUNCA LEVES O TRABALHO PARA CASA!!!
Um funcionário de uma agência funerária está a trabalhar de noite para examinar corpos antes deles serem sepultados ou cremados. Examina um corpo, identificado como Sr. Chagas, que está para ser cremado e descobre que o defunto tem o maior pénis que ele alguma vez viu.
- Desculpe Sr. Chagas - pensa o funcionário - mas não posso mandá-lo para o crematório com essa coisa enorme, tem que ser conservada para a posteridade!!!
Com um bisturi remove o pénis do morto, guarda-o num frasco e vai para casa. A primeira pessoa a quem ele mostra a monstruosidade é à mulher.
- Tenho uma coisa inacreditável para te mostrar querida, nem vais acreditar!
Abre o frasco e, ao ver o conteúdo....
- Oh meu Deus, o Chagas morreu?!?!?! - grita a mulher, estarrecida!
sexta-feira, 24 de março de 2006
Sexta-Feira - da Joana
quinta-feira, 23 de março de 2006
Aviso
Não sou pessoa de ligar a estas mensagens mas, pela sua importância e actualidade, e por me ter sido feito o pedido por um amigo que muito estimo, excepcionalmente vou passar.
MUITO CUIDADO com esta armadilha! Isto é um aviso para os condutores masculinos mais distraídos, e não só...
Duas meninas croatas, andam a assaltar os condutores que param nos semáforos a entrada de Albufeira. A primeira, com umas mamas impressionantes e um top de tamanho reduzido, aproxima-se do carro oferecendo-se para limpar o pára-brisas. Enquanto limpa, apresenta-ta outra amiga, ainda melhor. Com a desculpa de que gostam muito de ti, pedem para entrar no carro, para irem a um sítio mais reservado para "intimar".
Enquanto uma começa a praticar-te um incrível sexo oral, a outra aproveita que estás distraído para ir roubando tudo o que tenhas no porta-luvas e em cima dos assentos.
CUIDADO! São muito perigosas e estão muito bem organizadas. A mim roubaram-me seis vezes na semana passada, mais uma vez no sá bado, outras três no domingo. Hoje ainda não me roubaram porque não as encontrei....
Coitado! Espero que amanhã tenha mais sorte!!!
MUITO CUIDADO com esta armadilha! Isto é um aviso para os condutores masculinos mais distraídos, e não só...
Duas meninas croatas, andam a assaltar os condutores que param nos semáforos a entrada de Albufeira. A primeira, com umas mamas impressionantes e um top de tamanho reduzido, aproxima-se do carro oferecendo-se para limpar o pára-brisas. Enquanto limpa, apresenta-ta outra amiga, ainda melhor. Com a desculpa de que gostam muito de ti, pedem para entrar no carro, para irem a um sítio mais reservado para "intimar".
Enquanto uma começa a praticar-te um incrível sexo oral, a outra aproveita que estás distraído para ir roubando tudo o que tenhas no porta-luvas e em cima dos assentos.
CUIDADO! São muito perigosas e estão muito bem organizadas. A mim roubaram-me seis vezes na semana passada, mais uma vez no sá bado, outras três no domingo. Hoje ainda não me roubaram porque não as encontrei....
Coitado! Espero que amanhã tenha mais sorte!!!
quarta-feira, 22 de março de 2006
Depois do aceito... os filhos?!?
Os filhos?! Os filhos, caralho?!?!
Depois deste aceito os filhos ficam é mais uns tempos longe de mim, puta que o pariu! E devo estar contente por me darem a hipótese de recomeçar?! Recomeçar, caralho?! RECOMEÇAR?!?! Mas quantas vezes é que eu vou ter de recomeçar? 11 anos... Comecei há 11 anos... recomecei há 6, re-recomecei há 2 e agora, recomeço outra vez feliz? Não... recomeço porque tem de ser e porque vou tomar uma pílula do esquecimento no dia 1 de Abril. Não, não é uma mentira, é uma puta de uma verdade.
Depois do aceito? Não quero nada, obrigada.
Depois deste aceito os filhos ficam é mais uns tempos longe de mim, puta que o pariu! E devo estar contente por me darem a hipótese de recomeçar?! Recomeçar, caralho?! RECOMEÇAR?!?! Mas quantas vezes é que eu vou ter de recomeçar? 11 anos... Comecei há 11 anos... recomecei há 6, re-recomecei há 2 e agora, recomeço outra vez feliz? Não... recomeço porque tem de ser e porque vou tomar uma pílula do esquecimento no dia 1 de Abril. Não, não é uma mentira, é uma puta de uma verdade.
Depois do aceito? Não quero nada, obrigada.
terça-feira, 21 de março de 2006
Aceito
Agora vou dormir e amanhã é outro dia, é o dia em que vou tomar uma decisão baseada na pior razão possível - não tenho alternativa, sim, aceito.
Vous allez voir ce que vous allez voir
Une fille nue nage dans la mer
Un homme barbu marche sur l'eau
Où est la merveille des merveilles
Le miracle annoncé plus haut?
Hommage à Jacques Prévert
O AZUL na música V
Blue Moon
Blue Moon
You saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue Moon
You know just what I was there for
You heard me saying a prayer for
Someone I really could care for
And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked to the Moon it turned to gold
Blue Moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will ever hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked the Moon had turned to gold
Blue moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Ella Fitzgerald & Count Basie
Blue Moon
You saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue Moon
You know just what I was there for
You heard me saying a prayer for
Someone I really could care for
And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked to the Moon it turned to gold
Blue Moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will ever hold
I heard somebody whisper please adore me
And when I looked the Moon had turned to gold
Blue moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue moon
Now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Ella Fitzgerald & Count Basie
Best of best of!
Por acaso é uma coisa que me irrita brutalmente - vou fazer um comentário básico, tou já a avisar - é ver as mães a dizerem que estão mais sensíveis aos problemas dos outros, que agora conduzem melhor, que percebem melhor o sofrimento alheio, blá,blá,blá - eu peço desculpa, mas a sensibilidade da pessoa deve se formar desde a infância, não é suposto ter-se um filho e «acordar para a vida». É suposto ter-se um filho exactamente porque se está «acordado»! Assim como, escolher não ter filhos deve ser uma decisão tomada de olhos abertos. É verdade que a maternidade cria laços especiais com a criança, mas não deveria criar laços especiais com o mundo que já deveriam existir antes.. É a minha modesta opinião. Bjs, Ivs
By Anonymous, at 09:57
Temos dito!
By Anonymous, at 09:57
Temos dito!
Not yet, not yet...
A three-year-old boy was examining his testicles while taking a bath.
- Mom... are these my brains?
- Not yet, darling, not yet...
- Mom... are these my brains?
- Not yet, darling, not yet...
segunda-feira, 20 de março de 2006
O AZUL na música IV
Blauw
Ik heb vannacht gedronken en gezien
Hoe geen vrouw ooit krijgt wat ze verdient
En de scène duurt een seconde
De gedachte blijft voor altijd
Ik heb vannacht gedronken en gezien
Ik heb vannacht gekeken en beleefd
Hoe geen vrouw ooit terugkrijgt wat ze geeft
Er is geen macht ter wereld
Die niet vroeg of laat opzij trad
Ik heb vannacht gekeken en beleefd
Blauw
Blauw
Blauw
Keer ik terug naar jou
Blauw
Blauw
Blauw, yeah
Blauw
Ik heb zojuist gedronken en gezien
Hoe jij van mij nooit krijgt wat je verdient
Als.... die altijd vooruiten daarom nooit opzij kijkt
Ik heb zojuist gekeken en gezien
Want de scene duurt een seconde
De gedachte blijft voor altijd
Blauw
Dus hier kom ik aan
Hier ben ik...
Ik geef mezelf aan jou
Blauw
Blauw
Blaaaauuuuw
Clouseau
Ik heb vannacht gedronken en gezien
Hoe geen vrouw ooit krijgt wat ze verdient
En de scène duurt een seconde
De gedachte blijft voor altijd
Ik heb vannacht gedronken en gezien
Ik heb vannacht gekeken en beleefd
Hoe geen vrouw ooit terugkrijgt wat ze geeft
Er is geen macht ter wereld
Die niet vroeg of laat opzij trad
Ik heb vannacht gekeken en beleefd
Blauw
Blauw
Blauw
Keer ik terug naar jou
Blauw
Blauw
Blauw, yeah
Blauw
Ik heb zojuist gedronken en gezien
Hoe jij van mij nooit krijgt wat je verdient
Als.... die altijd vooruiten daarom nooit opzij kijkt
Ik heb zojuist gekeken en gezien
Want de scene duurt een seconde
De gedachte blijft voor altijd
Blauw
Dus hier kom ik aan
Hier ben ik...
Ik geef mezelf aan jou
Blauw
Blauw
Blaaaauuuuw
Clouseau
domingo, 19 de março de 2006
Tarde de Domingo
Eram 14:30 de uma tarde de chuva de Domingo, já tinha feito mais de 30 quilómetros, faltava-me comprar um presente para uma sobrinha a cuja festa eu deveria chegar lá pelas 15:00 e ainda nem banho tinha tomado. Acordei tarde, mas muito cedo visto que era Domingo. Cedo para o meu cansaço geral, tarde para estar a horas no jogo do Fik. Os telemóveis têm destas coisas, quanto mais sofisticados, mais facilmente nos deixam agarradas... Falhou-lhe a bateria, falhou-me o despertador. Acordei num repente repentino, faltou-me o ar e soube na hora que já ia tarde!
O carro, a chuva, o pára-arranca, dei por mim a pensar no presente que deveria oferecer na próxima sexta-feira à minha cunhada. Já não me lembro quantos anos faz... talvez fosse simpático lembrar-me mas, a verdade, é que nem com esforço me lembro.
O que se oferece a alguém que julgamos conhecer durante anos a fio, julgamos gostar para lá das diferenças e um dia já não reconhecemos mais? Há uns tempos atrás diria para mim não me vou preocupar, ela sabe que eu sou desligada destas coisas e não liga. Aliás, há uns tempos atrás nem me lembraria que ela fazia anos, esta minha forma de passar tangente às festividades é um facto comprovado, assumido e aceite. Se agora me preocupo com o presente é preocupante, significa que alguma coisa não está nada bem em mim.
O que se oferece a alguém a quem não podemos oferecer simplesmente uma parte da nossa Vida?
Ia eu assim tão aflita, a chuva forte, os carros atordoados, o corpo ainda suado da noite, a vontade de correr para o banho quente, de fugir das compras e dos aniversários, lembrei-me que tínhamos, pelo menos, uma coisa ainda em comum. O facto de serem duas da tarde e eu andar na rua sem tomar banho é simplesmente a prova mais pura da verdade crua do meu Amor por eles, a minha Princesa e o meu Futebolista!
Aprendi a Amar sem egoísmo no dia em que os senti meus filhos. Tudo o resto me parece agora relativo. Que me interessa o banho perfumado do antigamente quando posso estar aos gritos às 9:30 da manhã de um Domingo num horrível pavilhão desportivo cheio de correntes de ar? Que me interessa?!!?
A verdade é que não me interessa nada... mas! E existe sempre um mas! Os anos passam, a pele já não recupera das agressões como aos 15 anos, as olheiras são mais fundas, o corpo pede creme hidratante, o rabo chama pela ginástica e nós, gajas, a perder pontos. Olhei para o espelho retrovisor e reparei que, apesar de não ter tomado banho, ainda lavei a cara e passei o rimel pelas pestanas, já no carro, a caminho de Tercena. E percebi que um equilíbrio era a resposta para um monte de coisas. Para um monte de coisas na minha Vida e a resolução do problema do presente.
Para que a Benedita possa ter uma Mãe de mãos macias que a acarinhem dia após dia.
Comprei o melhor creme para mãos que encontrei na Body Shop e vou escrever simplesmente isto no cartão.
de Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006
A verdade é que apenas comprei o creme, mandei por outro e não escrevi nada...
O carro, a chuva, o pára-arranca, dei por mim a pensar no presente que deveria oferecer na próxima sexta-feira à minha cunhada. Já não me lembro quantos anos faz... talvez fosse simpático lembrar-me mas, a verdade, é que nem com esforço me lembro.
O que se oferece a alguém que julgamos conhecer durante anos a fio, julgamos gostar para lá das diferenças e um dia já não reconhecemos mais? Há uns tempos atrás diria para mim não me vou preocupar, ela sabe que eu sou desligada destas coisas e não liga. Aliás, há uns tempos atrás nem me lembraria que ela fazia anos, esta minha forma de passar tangente às festividades é um facto comprovado, assumido e aceite. Se agora me preocupo com o presente é preocupante, significa que alguma coisa não está nada bem em mim.
O que se oferece a alguém a quem não podemos oferecer simplesmente uma parte da nossa Vida?
Ia eu assim tão aflita, a chuva forte, os carros atordoados, o corpo ainda suado da noite, a vontade de correr para o banho quente, de fugir das compras e dos aniversários, lembrei-me que tínhamos, pelo menos, uma coisa ainda em comum. O facto de serem duas da tarde e eu andar na rua sem tomar banho é simplesmente a prova mais pura da verdade crua do meu Amor por eles, a minha Princesa e o meu Futebolista!
Aprendi a Amar sem egoísmo no dia em que os senti meus filhos. Tudo o resto me parece agora relativo. Que me interessa o banho perfumado do antigamente quando posso estar aos gritos às 9:30 da manhã de um Domingo num horrível pavilhão desportivo cheio de correntes de ar? Que me interessa?!!?
A verdade é que não me interessa nada... mas! E existe sempre um mas! Os anos passam, a pele já não recupera das agressões como aos 15 anos, as olheiras são mais fundas, o corpo pede creme hidratante, o rabo chama pela ginástica e nós, gajas, a perder pontos. Olhei para o espelho retrovisor e reparei que, apesar de não ter tomado banho, ainda lavei a cara e passei o rimel pelas pestanas, já no carro, a caminho de Tercena. E percebi que um equilíbrio era a resposta para um monte de coisas. Para um monte de coisas na minha Vida e a resolução do problema do presente.
Para que a Benedita possa ter uma Mãe de mãos macias que a acarinhem dia após dia.
Comprei o melhor creme para mãos que encontrei na Body Shop e vou escrever simplesmente isto no cartão.
de Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006
A verdade é que apenas comprei o creme, mandei por outro e não escrevi nada...
sábado, 18 de março de 2006
Sobre as variantes
Concurso público
Volta e meia apetece-me reler-me. E era isso que andava a fazer, mas a reler os textos sobre os meus meninos. E ao reler-me-lhes, várias vezes tropecei nas palavras Amor, Paixão, sentimentos, melodramas, corpos, fogo, venenos... e por aí.
Gosto do que escrevo sobre tudo isso mas não sei do que gosto mais. Se descobrisse talvez soubesse mais sobre mim. Mas não descobro e quero descobrir sobre mais de ti, que passas por aqui! Qual é o mais teu sentimento? Aquele que te leva, lava, esfrega, acalma, adormece, satisfaz... Qual é, sabes?
Volta e meia apetece-me reler-me. E era isso que andava a fazer, mas a reler os textos sobre os meus meninos. E ao reler-me-lhes, várias vezes tropecei nas palavras Amor, Paixão, sentimentos, melodramas, corpos, fogo, venenos... e por aí.
Gosto do que escrevo sobre tudo isso mas não sei do que gosto mais. Se descobrisse talvez soubesse mais sobre mim. Mas não descobro e quero descobrir sobre mais de ti, que passas por aqui! Qual é o mais teu sentimento? Aquele que te leva, lava, esfrega, acalma, adormece, satisfaz... Qual é, sabes?
- A Carta
24 Aug 2005 by maresia - a sua primeira noite
21 Apr 2005 by maresia - A urgência do Amor
2 Oct 2005 by maresia - Aconteceu na Berlenga
5 Aug 2005 by maresia - ante mare, undae
19 Sep 2005 by maresia - banho de espuma
4 Oct 2005 by maresia - Blogopeganhosa
13 Oct 2005 by maresia - De que tamanho é o que sentes?
27 Dec 2005 by maresia - Declaração de Amor!
11 Mar 2006 by maresia - Deu-me uma fome de ti...
22 Feb 2006 by maresia - eh pah!!
24 Jun 2005 by maresia - Entra aí, vá!
6 Jun 2005 by maresia - Estabilidade
1 Sep 2005 by maresia - Estelinha
29 Aug 2005 by maresia - Estou a ficar neurótica
8 Oct 2005 by maresia - Frei Bento
6 Jul 2005 by maresia - Frisson
3 Jun 2005 by maresia - Intensidade de vida
27 Sep 2005 by maresia - Intriga-me
29 Jun 2005 by maresia - isso ... é mesmo intimo ou publico?
19 Jan 2006 by maresia - melaço sem mel
18 Dec 2005 by maresia - Não se trata do amor
29 May 2005 by maresia - nesta noite quente
6 Aug 2005 by maresia - O amor é o amor
8 Sep 2005 by maresia - o cheiro
21 Apr 2005 by maresia - O corpo na dança
1 Sep 2005 by maresia - o desconcerto
29 May 2005 by maresia - o lugar
29 May 2005 by maresia - O perfume
26 Sep 2005 by maresia - O sentido das coisas
18 Jan 2006 by maresia - Outono vs Primavera
9 Oct 2005 by maresia - Pai
25 Aug 2005 by maresia - Pathos
29 May 2005 by maresia - Pátio de cadeiras de metal
29 May 2005 by maresia - puta e prostituta
29 May 2005 by maresia - Puxa uma cadeira...
24 Dec 2005 by maresia - quente e frio
29 May 2005 by maresia - sono descansado
27 Jul 2005 by maresia - Tempo
22 Oct 2005 by maresia - Tenho um peso em cima dos olhos
29 May 2005 by maresia - Tocar o corpo com a língua
29 May 2005 by maresia - União sem facto?
14 hours ago by maresia
Não podia encontrar todos, mas já levo aqui um bom resumo de cada mim corpo-alma-coração...
informa-me o JTL
MASD
Muita Asma Se Deixares...
é que nesta condição de mãe de adolescentes, tenho de me manter informada, ou corro o risco de não apanhar os esquemas deles!! apesar de que, se apanhar os esquemas, não os vou impedir de os sofrerem na pele...
eheheh, acham mal? caga nisso, dréd!
de Quinta-feira, Julho 07, 2005
Muita Asma Se Deixares...
é que nesta condição de mãe de adolescentes, tenho de me manter informada, ou corro o risco de não apanhar os esquemas deles!! apesar de que, se apanhar os esquemas, não os vou impedir de os sofrerem na pele...
eheheh, acham mal? caga nisso, dréd!
de Quinta-feira, Julho 07, 2005
Emplastro
Uma das piores coisas que já me disseram na minha Vida, e certamente a mais horrível dos últimos tempos, foi um dia quando fores Mãe vais entender. Não foi só horrível, foi de uma insensibilidade que eu não imaginava existir numa Mãe.
Um dia? Qual dia? Eu sou Mãe.
É verdade que nunca expulsei de mim um ser vivo, um pedaço da minha carne. Nunca fui amputada, nem pelo bem, nem pelo mal. Tinha 23 quando ajudei a um parto natural em casa. Estava lá quando aquela coisa roxa, peganhenta, dobrável e desdobrável caiu ao mundo. Estava lá quando o irmão mais velho, na altura com 5 anos, cortou a mais derradeira ligação Mãe-Filho. Colou-se às minhas mãos enquanto o mergulhava na segunda água da sua Vida. Lavei-o, limpei-o e entreguei-o à mama da Mãe esventrada. Não sei se quereria, ou mesmo se conseguiria, sobreviver a tal momento de ruptura. Dar à luz deve ser uma coisa fortíssima, sem dúvida, uma coisa entre a alegria de iluminar um ser e a dor de amputar um prolongamento do corpo. Nunca vivi e, muito provavelmente, nunca vou viver tal momento. Mas será que para ser Mãe é preciso sobreviver a esse momento avassalador?
Um dia entenderei? Aquilo que eu entendo é que uma Mãe vai até à loucura para proteger o seu pedaço-de-si, sem dúvida! Mas o que eu também entendo é que uma Mãe se torna mais sensível às sensibilidades dos outros, à sensibilidade das que também são Mães e de todos os que são outra coisa qualquer ou mesmo nada. E os que são outra coisa qualquer ou mesmo nada, também se tornam mais frágeis aos olhos de uma Mãe. Pelo menos aos olhos de mim-Mãe. Desde as primeiras aulas dadas a crianças, aos 14 anos, passando pela aventura do parto de outra, e nunca acabando no Amor por aqueles que foram nascendo dentro de mim, que se foram atando ao meu cordão umbilical, contrariando todas as teorias do nascimento biológico. É isso, é mesmo isso. A diferença entre uma Mãe biológica e uma Mãe não-biológica está na ordem dos acontecimentos. Na primeira a Vida dita que o começo é a carne, o meio o corte e o fim o Amor. Na segunda o Amor cresce, o corte não se dá e a carne emplastra-se a cada dia.
Teorias...
Um dia? Qual dia? Eu sou Mãe.
É verdade que nunca expulsei de mim um ser vivo, um pedaço da minha carne. Nunca fui amputada, nem pelo bem, nem pelo mal. Tinha 23 quando ajudei a um parto natural em casa. Estava lá quando aquela coisa roxa, peganhenta, dobrável e desdobrável caiu ao mundo. Estava lá quando o irmão mais velho, na altura com 5 anos, cortou a mais derradeira ligação Mãe-Filho. Colou-se às minhas mãos enquanto o mergulhava na segunda água da sua Vida. Lavei-o, limpei-o e entreguei-o à mama da Mãe esventrada. Não sei se quereria, ou mesmo se conseguiria, sobreviver a tal momento de ruptura. Dar à luz deve ser uma coisa fortíssima, sem dúvida, uma coisa entre a alegria de iluminar um ser e a dor de amputar um prolongamento do corpo. Nunca vivi e, muito provavelmente, nunca vou viver tal momento. Mas será que para ser Mãe é preciso sobreviver a esse momento avassalador?
Um dia entenderei? Aquilo que eu entendo é que uma Mãe vai até à loucura para proteger o seu pedaço-de-si, sem dúvida! Mas o que eu também entendo é que uma Mãe se torna mais sensível às sensibilidades dos outros, à sensibilidade das que também são Mães e de todos os que são outra coisa qualquer ou mesmo nada. E os que são outra coisa qualquer ou mesmo nada, também se tornam mais frágeis aos olhos de uma Mãe. Pelo menos aos olhos de mim-Mãe. Desde as primeiras aulas dadas a crianças, aos 14 anos, passando pela aventura do parto de outra, e nunca acabando no Amor por aqueles que foram nascendo dentro de mim, que se foram atando ao meu cordão umbilical, contrariando todas as teorias do nascimento biológico. É isso, é mesmo isso. A diferença entre uma Mãe biológica e uma Mãe não-biológica está na ordem dos acontecimentos. Na primeira a Vida dita que o começo é a carne, o meio o corte e o fim o Amor. Na segunda o Amor cresce, o corte não se dá e a carne emplastra-se a cada dia.
Teorias...
sexta-feira, 17 de março de 2006
União sem facto?
A Vida é uma coisa engraçada.
A forma como vivemos a Vida, não a Vida em si. A forma como partilhamos a nossa Vida e com quem a partilhamos.
Hoje, em conversa com uma pessoa com quem tenho um relacionamento sem nome, perguntei-lhe uma daquelas coisas que não é suposto perguntar a tua mulher alinha nessas aventuras? Falávamos de andar no meio do nada. Como eu ando no meio das ondas. Nunca tive uma relação duradoura, segura, profunda, real, com alguém que partilhasse as minhas mais-minhas horas. O tempo que passo salgada, os saltos de páraquedas, as escaladas, o Sahara, o longe, o nada, o escuro, o fundo do Mar. Não sei bem o que me liga às pessoas com quem mantenho um relacionamento. Sei que as que se ligam a mim nas minhas-mais horas não são as que eu procuro que se liguem a mim no sentido do Amor.
Eu sei o que me liga a certos relacionamentos, como este, por exemplo. O sentido do momento, o encontro das necessidades, o desencontro das obrigatoriedades, a liberdade do corpo e a soltura do pensamento.
Já olharam com olhos de sentir para a maior parte dos casais que passam por aí? Eu olho para os homens que giram à minha volta, olho para as amigas que cresceram comigo, olho para os tempos que passei a dois. É estranho, não sei se o que une as pessoas passa pelo que não têm em comum, se pelo que gostavam de ter.
Cada vez ouço mais um tipo de comentário que me intriga ah, ele fica em casa, não gosta de vir para aqui... ou um vou sozinho, ela não gosta disto... Aqui há uns tempos fui tomar café com uma pessoa que andava a descobrir. Um café, uma noite com quem quer que seja, para mim, é normal, é saudável e é encaixável. Aliás, eu sou a primeira a sentir a necessidade de dar a, e de exigir esse tempo. Mas, depois, um café acontece todas as noites, com este ou com aquele, os fins-de-semana são passados aqui e ali longe. Lá veio a interrogação e lá veio a resposta ela tem as coisas dela, entretem-se e não gosta das pessoas com quem me dou, não gosta de fazer o que eu faço... fazendo as contas, não consegui perceber a que hora do dia eles eram um casal.
Eu podia divagar por aqui a noite toda, ninguém ia perceber onde eu quereria chegar, porque nem eu própria defini uma meta. Só sei que me pergunto o que une de facto os casais? ............................ .......... ................... ...................................... Aquilo que os afasta?
A forma como vivemos a Vida, não a Vida em si. A forma como partilhamos a nossa Vida e com quem a partilhamos.
Hoje, em conversa com uma pessoa com quem tenho um relacionamento sem nome, perguntei-lhe uma daquelas coisas que não é suposto perguntar a tua mulher alinha nessas aventuras? Falávamos de andar no meio do nada. Como eu ando no meio das ondas. Nunca tive uma relação duradoura, segura, profunda, real, com alguém que partilhasse as minhas mais-minhas horas. O tempo que passo salgada, os saltos de páraquedas, as escaladas, o Sahara, o longe, o nada, o escuro, o fundo do Mar. Não sei bem o que me liga às pessoas com quem mantenho um relacionamento. Sei que as que se ligam a mim nas minhas-mais horas não são as que eu procuro que se liguem a mim no sentido do Amor.
Eu sei o que me liga a certos relacionamentos, como este, por exemplo. O sentido do momento, o encontro das necessidades, o desencontro das obrigatoriedades, a liberdade do corpo e a soltura do pensamento.
Já olharam com olhos de sentir para a maior parte dos casais que passam por aí? Eu olho para os homens que giram à minha volta, olho para as amigas que cresceram comigo, olho para os tempos que passei a dois. É estranho, não sei se o que une as pessoas passa pelo que não têm em comum, se pelo que gostavam de ter.
Cada vez ouço mais um tipo de comentário que me intriga ah, ele fica em casa, não gosta de vir para aqui... ou um vou sozinho, ela não gosta disto... Aqui há uns tempos fui tomar café com uma pessoa que andava a descobrir. Um café, uma noite com quem quer que seja, para mim, é normal, é saudável e é encaixável. Aliás, eu sou a primeira a sentir a necessidade de dar a, e de exigir esse tempo. Mas, depois, um café acontece todas as noites, com este ou com aquele, os fins-de-semana são passados aqui e ali longe. Lá veio a interrogação e lá veio a resposta ela tem as coisas dela, entretem-se e não gosta das pessoas com quem me dou, não gosta de fazer o que eu faço... fazendo as contas, não consegui perceber a que hora do dia eles eram um casal.
Eu podia divagar por aqui a noite toda, ninguém ia perceber onde eu quereria chegar, porque nem eu própria defini uma meta. Só sei que me pergunto o que une de facto os casais? ............................ .......... ................... ...................................... Aquilo que os afasta?
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