sábado, 2 de abril de 2005

amor feito utopia

agora, quem não esperava vir aqui escrever este texto, era eu. como não esperava depois daquele quente voltar a sentir este aperto no peito. dói-me tanto quando escreves. quando escreves dessas certezas tão incertas. na calada da noite parece-me sempre possível a perfeição. é aqui, diante da vida, que percebo que não. e teremos de viver como se fosse. é a única, temos de a fazer maior.

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