a vida às vezes parece ser não mais do que uma série de coincidências infelizes. momentos vividos aqui e ali, soltos pelas pontas, presos pela amargura. o único fio condutor resumindo-se a uma semelhança de finais amargurados. uma pessoa bem empurra a vida vivida para o fundo do saco, mas a tampa acaba sempre por saltar. eu acho que gosto de viver, claro, acho que sim, mas acho que a morte deve ser uma libertação... o fim de todas as obrigações, limitações.
"levantou o fecho, e de repente, alcançou a liberdade"
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2 comentários:
claro que gostas de viver. olha-se para ti e vê-se isso, da cabeça aos pés. :)
como é fácil parecer
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